• Amo Orquideas

  • segunda-feira, 31 de maio de 2010

    COMO CULTIVAR ORQUIDEAS



    Introdução

    Apesar do grande número de espécies de orquídeas existentes, podemos falar do seu cultivo de forma generalizada. Mas é claro, o bom senso sempre deve prevalecer, adaptando-se a cada situação.
    Não se engane com a aparência delicada das suas flores. As orquídeas são muito mais rústicas e fáceis de cultivar do que parecem.
    Você quer iniciar uma pequena coleção de orquídeas, mas não sabe nem por onde começar? Comprou uma orquídea e não sabe cuidar dela? Não se preocupe, pois isso é normal, e nós te daremos todas as dicas necessárias para ter sucesso no cultivo.

    Cultivo comercial de orquídeas
    Neste artigo, você encontrará todos os passos, desde a escolha do vaso, plantio, multiplicação, até os cuidados necessários para mantê-las sempre bonitas.
    Aplicando a ecologia no cultivo
    É importante entender o meio no qual a orquídea vive naturalmente para saber como cultivá-la.
    Trataremos aqui somente das orquídeas epífitas, pois são as mais comumente cultivadas.

    As orquídeas epífitas vivem naturalmente sobre as árvores, sob a luz intercalada pelas folhas de sua copa, sob condições de luminosidade, umidade, temperatura e nutrientes ideais ao seu crescimento e florescimento.

    Hábitat natural de uma orquídea epífita
    Para o cultivo das orquídeas epífitas (a grande maioria das espécies), devemos tentar alcançar as condições encontradas no ambiente natural da orquídea, alcançando seu melhor desenvolvimento.
    Para entender melhor a ecologia das orquídeas.
    Entenda os hábitos das orquídeas
    Aplicando a biologia no seu cultivo

    Onde as orquídeas ficam? O que precisam pra se desenvolver ao máximo? Por que não deixa-las no sol pleno?
    Essas e outras respostas, você encontra aqui.

    Grande família
    A família Orquidaceae é sem dúvidas uma das mais numerosas de todo o reino Plantae (antigo reino Vegetal). São mais de 25 mil espécies já conhecidas.

    As 3 principais categorias
    Há vários hábitos diferentes no meio ambiente, as 3 principais categorias no Brasil são: as epífitas, as terrestres e as saprófitas. Conheça um pouco mais sobre elas:

    1. epífitas:

    ORQUIDEAS

    Classificação 
      A classificação das orquidáceas é um ponto importantíssimo e fundamental, não só do ponto de vista dos estudos, mas também para seu cultivo. É através da classificação que seu modo de cultivo é determinado.
    As plantas foram classificadas em famílias, diferenciadas umas das outras pela estrutura de suas flores, hastes, folhas e raízes. Cada família é dividida em tribos e posteriormente em gêneros. De acordo com a classificação de Rudolf Schlechter, a família das orquidáceas é classificada em 85 grandes grupos (tribos), mais de 2500 gêneros e aproximadamente 35 mil espécies. As orquídeas são relacionadas em grupos de acordo com características vegetativas. Dentro das espécies encontram-se plantas parecidas, variando apenas as flores em tamanho e cores.
    As orquídeas são classificadas na divisão Spermatophyta, subdivisão Angiospermae, classe Monocotyledonae, ordem Microspermae (Gynandrae) e família Orchidaceae. A família é uma das maiores plantas floríferas, englobando quase um sétimo das existentes no planeta. É composta por cerca de mil gêneros e vinte mil espécies. O maior número de espécies ocorre nas regiões subtropicais, predominando as formas epífitas e rupícolas, enquanto as formas terrestres são mais comuns fora dos trópicos. Há diversidade no tamanho, desde aquelas com as dimensões de uma cabeça de alfinete (microorquídeas) até plantas com caules de 5 ou 6m de comprimento. Muitas pessoas acreditem que as orquídeas são parasitas, no entanto elas apenas usam o hospedeiro para fixar suas raízes.
    A 1ª subfamília, as Diandrae, compreende as espécies com duas anteras férteis e é composta por duas tribos: as Cipripediloideae e as Apostasioideae. Congregam orquídeas sem caule e com flores cujos labelos têm a forma de "sapatinhos".
    A 2ª subfamília, as Monandeae, é formada por espécies com apenas uma antera fértil. É muito mais extensa e compreende todas as outras orquídeas. São tantas, que se desdobram em divisões, tribos, subtribos, séries, subséries e seções.
    Divisão 1:
    Basitonae- reúne as espécies com antera persistente e coluna curta, formando a tribo Ophrydoidae, que por sua vez divide-se em 8 subtribos de plantas terrestres, com raízes tuberculosas e que perdem as folhas na época do repouso do inverno. São elas: Androcorydeae, Disiae, Dispepideae, Habenarieae, Huttoneeae, Plantanthereae, Porolabieae e Satyrieae.

    Divisão 2:
    Acrotonae- tem como característica principal a antera caduca, ou seja, as políneas, ao serem removidas, desprendem também a cápsula na qual está alojada. Essa divisão é reagrupada em duas tribos: as Polychondreae e Kerosphaereae. Essa última tribo também divide-se em duas séries e congrega a maioria das plantas cultivadas para fins ornamentais.

    Nomenclatura
    As plantas são classificadas por um nome genérico e outro restritivo específico. Assim, o primeiro nome da planta refere-se ao gênero a que pertence e o segundo à espécie. Algumas plantas podem receber um terceiro nome para indicar a variedade referente à cor, tamanho, forma, ou modo de desenvolvimento.





    Lista Das Espécies De Pernambuco...

    domingo, 30 de maio de 2010

    Burrageara Stefan Isler

     Foto net
    Burrageara é um Cochlioda , Miltoniopsis , Odontoglossum e Oncidium híbrido

    Descrição

    Burrageara Stefan Isler é - como Burrageara Living Fire - o exemplo perfeito que também sem uma longa lista de ancestrais, uma bem-sucedida e muito charmoso híbrido pode ser criado. Burrageara Stefan Isler consiste apenas em quatro espécies.

    Cultura

     Mantenha-se em sombra parcial.  Mantenha a planta fresca intermediária, e manter a umidade média o tempo todo, mas evite meio encharcado. Plantas podem ser encapsuladas em abeto meio casca. Planta pode ser cultivada dentro de casa, e floresce em torno de outono e inverno.

    Filiação

    Generation 1 Geração 1
    1. Vuylstekeara Edna × Oncidium leucochilum 
    Generation 2 Geração 2
    1. Vuylstekeara Edna = Miltonioda Harwoodii × Odontioda Charlesworthii 
    Generation 3 Geração 3
    1. Miltonioda Harwoodii = Cochlioda densiflora x Miltoniopsis vexillaria 
    2. Odontioda Charlesworthii = Cochlioda densiflora × Odontoglossum harryanum 

    segunda-feira, 24 de maio de 2010

    TABELA DE MESES DE FLORAÇÃO DAS ORQUIDEAS ALTERNADOS


    JANEIRO
               Arundina bambusifolia
               Cattleya aclandiae
               Cattleya araguaiensis
               Cattleya bicolor
               Cattleya
    guttata
               Cattleya guttata var. leopoldii
               Cattleya harrisoniana
               Dendrochillum filiformis
               Encyclia lineata
               Epidendrum ellipticum
               Epidendrum secundum
               Gongora bufonia
               Hadrolaelia alaori
               Hadrolaelia dayana
               Hadrolaelia pumila
               Hadrolaelia purpurata
               Hadrolaelia xanthina
               Hoffmannseggela briegeri
               Hoffmanseggella longipes
               Hoffmanseggella milleri
               Lockhartia lunifera
               Oncidium longipes
               Prosthechea fragrans

     FEVEREIRO
               Arundina bambusifolia
               Aspasia lunata
               Cattleya bicolor
               Cattleya harrisoniana
               Cattleya labiata
               Cattleya tenuis
               Cattleya walkeriana
               Encyclia dichroma
               Epidendrum ellipticum
               Epidendrum secundum
               Hadrolaelia crispa
               Hoffmannseggela longipes
               Hoffmannseggela mixta
               Lockhartia lunifera
               Miltonia candida
               Miltonia clowesii
               Miltonia spectabilis
               Phymatidium tilansioides
               Rodriguesia venusta
               Sigmatostalix radicans


    MARÇO...

    ONDE CULTIVAR AS PLANTAS


    Telados
    As telas plásticas servirão, sem dúvida, para resolver com vantagens o cultivo de nossas plantas em locais mais adequados.
    A altura do telado ideal deve estar entre 3 e 4 metros, usando-se a graduação da luminosidade da tela de conformidade com a região onde iremos cultivar as plantas.
    Lateralmente, esses telados deverão ser fechados com plásticos transparentes até uma altura de 2 metros, evitando-se o vento que prejudicial às plantas. Ele também evita a entrada de insetos e pequenos animais.
    As bancadas deverão ter 1 metro de altura, com intervalos suficientes para a circulação de pessoas.

    Estufas
    Existem plantas que necessitam de ambiente mais quente e, por isso, necessitam de estufas para a sua cultura.
    No Brasil, país tropical e subtropical na maior parte de sua área, a cultura não exige estufas, com exceção dos estados do Sul, onde o inverno é rigoroso.
    As vantagens das estufas são o controle de temperatura, regas, luminosidade e umidade mais estável.
    Sua cobertura poderá ser de vidro ou plásticos pintados com cal ou látex branco. É muito importante o controle da ventilação dentro das estufas, além da temperatura e umidade ambiente.
    Nunca construa uma estufa de pequenas dimensões, pois estará construindo pequenos fornos para as plantas. Uma estufa muito quente propicia o aparecimento de pragas e doenças.
    É conveniente abrir vãos ou janelas nas paredes laterais para ventilação.

    Árvore Viva

    Esse tipo de cultura priva o orquidófilo de levar as plantas floridas para dentro de seu lar, ou mesmo de exibi-las em exposições. Em compensação, é o meio de cultivo mais fácil, pois não requer transplantes nem regas, apenas periódicas desinfecções.
    Para esse tipo de cultivo escolha árvores que tenham troncos com cascas rugosas e que percam as folhas no inverno. Dessa maneira, as plantas receberão mais luz nesse período em que a insolação é mais branda.
    Instale as plantas com ráfia ou barbante de algodão. Quando apodrecerem, a planta já se encontrará bem enraizada.
    Em regiões de muita poluição ou poeira esse tipo de cultura não é recomendável.

    CULTIVO EM JANELAS DE CASAS E APARTAMENTOS...

    Rodriguesia decora


    Rodriguesia decora (Foto retirada da net)


    Família: Orchidaceae.
    Altura: 0,2 m.
    Diâmetro: 0,2 m.
    Ambiente: Meia-sombra.
    Solo: Xaxim/ fibra de coco.
    Clima: Tropical de altitude, Subtropical, Tropical, Tropical úmido.
    Origem: Brasil.
    Época de Floração: Outono.
    Propagação: Divisão da planta ou touceira.
    Persistência das folhas: Permanente.


    Rodriguezia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por Ruiz & Pavón em 1794, publicado em Flora Peruvianae, et Chilensis Prodromus 115. A espécie tipo é a Rodriguezia lanceolata Ruiz & Pavón. O nome deste gênero é uma homenagem a Manuel Rodriguez, botânico espanhol e médico espanhol do século 18.
    Distribuição ...

    segunda-feira, 10 de maio de 2010

    DICA SOBRE OS SUBSTRATOS DE ORQUIDEAS

    DICAS DE APROVEITAMENTO DA ÁGUA P REGAS DE ORQUIDEAS



     DICAS
    Cada vez mais água da chuva se perde, escorrendo, à medida que vamos tornando os sítios onde vivemos mais impermeáveis. E afinal poder aproveitar, nem que seja uma pequena parte, é demasiado simples. Deixo-vos um exercício matemático para compreenderem os milhões de litros de água que escorrem para o mar, sem ser aproveitados, e o habitual vídeo com algumas soluções prácticas para o problema.
    O que significa dizer que a previsão de chuva de um determinado mês numa determinada cidade será de cerca de 1200 mm (milímetros)? A quantidade de chuva é medida em relação ao metro quadrado. Assim possivelmente teremos 1200 mm de altura de água num quadrado de um metro quadrado. Quanto dá isso em litros?

    Convertendo a altura para metros temos 1200 mm = 1,2 metros;
    Volume = área da base x altura
    Assim, temos:
    Volume = 1 m2 x 1,2 m
    Volume = 1,2 m3 (metros cúbicos)
    Se 1 metro cúbico = 1000 litros
    Volume = 1,2 x 1000 = 1200 litros

    Isto significa que para cada metro quadrado da cidade, houve uma precipitação total de 1200 litros de água ao longo de todo o mês. E quanta desta água não PAGÁMOS para regar o nosso jardim?!!! Temos que começar a mudar rapidamente a nossa atitude em relação à água, é demasiado preciosa para se desperdiçar assim.

    COMO CONTROLAR A REGA NAS ORQUIDEAS


    As orquideas gostam de lugares, que sempre tem o solo molhado não gostam de excesso de água,...elas gostam é do ar úmido! Por isso que na natureza mesmo elas no meio dos detritos de folhas podres, elas não dão fungos,e as folhas são sempre verdes e não tem ninguém pra colocar um fungicida, como a umidade do ar, é constante ela só vive da pequena absorção de umidade do ar. É mais fácil...você matar as suas orquideas , por excesso de água do que a falta dela.... elas gostam de ser regadas, só quando estão completamente secas, na hora das regas você pode regar muito.... encharcar elas mesmos, só que o período da outra rega é longo, em relação á última rega.  Excessão para as orquideas que ficam em estufa, como a estufa plástica geram muito calor.... a média das regas é de 3 em 3 dias em tempos secos,e em tempos chuvosos uma vez por semana. As estufas que geram calor são com cobertura plástica, se forem estufas só com o sombrite, as regas podem ser semanais ou quando a planta estiver com o seu substrato completamnete seco ... é o relógio biológico da orquidea é o seu substrato,  que avisa quando já é hora de regar.
    Lembrando também...que no inverno, o ar fica mais úmido naturalmente...isso quer dizer que a planta já abasteceu de água á noite, e as regas tem que ser ainda menos intenças no inverno, as regas devem ser mais prolongadas , em relação uma á outra porque no inverno muitas das orquideas ficam em estado de dormência isso quer dizer, que elas processam  menos água, porque elas não estão em completa atividades, algumas até florem, não com tanto vigor, diferente da floração que dão no periodo do "verão",o frio tende á retardar as suas funções generativas.
    A água para as regas deve ser de preferencia de poço, cacimba, cisternas, nascentes de riachos límpidos,água da chuva,no caso de quem mora em cidade  é ideal equilibrar o ph da água da companhia de abastecimento, porque a água da rua contém muito cloro,e para fazer esse equilibrio use algumas gotas de vinagre que em contado com a água clorada, equilibra o ph da mesma,você consegue mais ou menos esse equilibrio usando 4 gotas de vinagre para cada litro de água. Outra maneira de você saber qual a medida adequada do ph é aconselhavel que o cultivador adquira  um kit–pscina que são composto de  4 ampolas juntas uma da outra, você verá no marcador do  indicador, o ph  indicado,recolha amostra da água e faça o teste como indica o manual do kit-pscina. Assim vc conseguira manter a vida saúdavel de suas orquídeas.
     Texto de Ernani Da Silva Ramos

    DICAS SOBRE ORQUIDEAS



    DICAS
    Um tema extremamente complexo, esta apaixonante família de plantas, que só por si, daria um Praça da Alegria inteiro!!! Mas não pode ser... Deixo algumas dicas que não passaram no programa e o resto está no vídeo.
    Os Cymbidium sp. (originários da China) são as orquídeas mais cultivadas no nosso país, até como plantas de exterior. Florescem do final do Outono à Primavera. No final do Verão muitas espécies começam a preparar a próxima época de floração. O abaixamento das temperaturas condiciona este processo, bem como a redução de horas/luz. Convém fortalecer as plantas em Agosto com fertilizante específico para a floração, mais rico em fósforo e potássio. Se mudarmos os vasos para um local mais sombrio e mais frio, podemos acelerar este processo.
    Quase todas precisam de porosidade, boa drenagem, arejamento, mas também retenção de alguma humidade, o que pode ser conseguido com a combinação de diversos materiais, sendo os mais comuns a casca de pinheiro (de diversas granulometrias), fibra de coco, perlite, carvão vegetal, leca e musgo. Existem várias fórmulas que se podem adaptar aos sucessos que cada um vai tendo. Existem também no mercado substratos já preparados.
    Os fertilizantes líquidos, de fácil aplicação (folhas e raízes), são os mais utilizados. Juntam-se à água de rega, seguindo as instruções do fabricante ou uma estabelecendo uma fórmula de aplicação pessoal. Fertilização excessiva pode causar danos nas plantas e o aparecimento de doenças. Devem ser fertilizadas em dias claros e luminosos pois a luz potencia a absorção de nutrientes. Existem fertilizantes para crescimento e outros para floração. Após a floração deve fazer-se uma pausa na aplicação de fertilizantes (período de dormência). Os fertilizantes orgânicos sólidos não são os ideais para as orquídeas. Tornam os substratos compactos, impedindo as raízes de respirar, alteram o pH e facilitam a formação de fungos.
    Os vasos de plástico são mais baratos e os mais utilizados. Muitos são transparentes pois as raízes de algumas espécies gostam de apanhar luz. Os orifícios extras são muito importantes já que muitas espécies preferem situações de boa drenagem. O fato de serem transparentes facilita a verificação das raízes. Por serem muito leves, muitas vezes é complicado manter a planta direita. Os vasos de cerâmica (não-vidrada) tem a vantagem de ser porosos e facilitar a evaporação de água de rega. São mais pesados e mais fáceis de manter na vertical quando alojam plantas maiores. Os cestos, de diversos materiais, são muito utilizados para plantas epífitas, com raízes aéreas. Nestes casos o substrato seca com maior rapidez. A escolha do vaso ideal não é fácil, depende do local, frequência de regas, temperatura, arejamento e substrato.
    Pulgões, afídeos, cochonilhas, caracóis e lesmas são pragas comuns. Manter o local de plantação limpo e ter cuidados adicionais quando adquirimos ou trocámos novas plantas, garantindo sempre uma inspecção rigorosa antes de as colocar junto das outras. Muitas vezes conseguimos remover algumas destas pragas manualmente.

    sábado, 8 de maio de 2010

    Exposição Orquidário Morumby - Bom Dia São Paulo - Maio/2009

    QUADRO VERDE- EXPOSIÇÃO E DICAS E CULTIVO

    JARDIM BOTÂNICO DE SÃO PAULO MATERIA DE 01 E 02 DE MAIO DE 2010

    EXPOSIÇÕA NA LIBERDADE MATERIA 19,20 E 21 DE MARÇO DE 2010

    ORQUIDARIO COMO MONTAR



    As obras não custaram muito, o orquidário, em formato de pequena arquibancada, é feito com restos de material de construção. As sombras naturais das árvores da rua ajudaram a manter as plantas.

    Mata Atlântica CNRBMA - Parte 1 SOS reporterecologico — 17 de julho de 2008 — Dirigido por Paulo Rufino, em 2003, são 26 minutos de um processo muito bonito e que foi várias vezes premiado. Produzido pelo Conselho Nacional da Reserva da Biosfera de Mata Atlântica e parceiros, trata do manejo e certificação de recursos florestais (palmito, erva mate e piaçava) da Mata Atlântica, envolvendo as comunidades tradicionais. Documentário / Paulo Ruffino / RBMA

    Mata Atlântica CNRBMA - Parte 2

    Mata Atlântica CNRBMA - Parte 3

    Cattleya labiata - SOS URUBURETAMA

    quarta-feira, 5 de maio de 2010

    Sophronitis

    Fotos net
    Sophronitis é um gênero de orquídeas epífiticas ou litofíticas que ocorre em florestas úmidas ou matas secas do Brasil oriental, Paraguai e nordeste da Argentina. Geralmente reconhecidas por suas flores vermelhas, particularmente a Sophronitis coccinea, têm sido utilizadas extensivamente para hibridação, para fornecer pequeno tamanho ou coloração vermelha à progênie, no entanto não existem registros de híbridos naturais dessas espécies.
    Por serem plantas amplamente conhecidas e cultivadas sua classificação tem despertado acalorados debates desde o ano 2000, quando novas propostas de classificação deste gênero foram apresentadas. Como ainda não há consenso sobre qualquer das propostas, por hora tratamos Sophronitis conforme sua classificação tradicional. Quase todos ainda se referem a estas plantas pelo nome antigo e só o futuro dirá qual a classificação que será adotada. As novas propostas de classificação encontram-se detalhadas no artigo que trata das Cattleya.
    O gênero Sophronitis foi proposto por John Lindley em Botanical Register; 14: sub t. 1147, em 1828, quando descreveu sua espécie tipo, a Sophronitis cernua, coletada pela primeira vez por William Harrison, em árvores no Bairro do Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. O nome do gênero refere-se ao pequeno porte das plantas...

    Dendrobium fimbriatum

     Fotos net
    DENDROBIUM FIMBRIATUM (foto da net)
    Dendrobium (em português: Dendróbio) um importante gênero de orquídeas do sudeste asiático formado por grande número de espécies vistosas, geralmente de fácil cultivo. Sejam suas espécies naturais ou híbridos produzidos pelo homem, estão entre as orquídeas mais difundidas e comuns em cultura.

     Etimologia

    O nome deste gênero (Den.) deriva da união de duas palavras gregas: δένδρον (dendron), que significa "árvore", e βιος (bios), que significa "vida"; referindo-se à maneira como vivem as espécies deste gênero, ou seja a sua natureza epífita.
    Nome comum:
    • Orquídea olhos de boneca

     Habitat

    A maioria das espécies cultivadas é oriunda da Índia, Sudeste Asiático, Austrália e Nova Guiné. Encontram-se espalhadas, naturalmente, desde a Índia até a Nova Zelândia.

     

     Descrição

    A maioria das espécies produz altos pseudobulbos roliços que lembram a cana-de-açúcar, com folhas por toda sua extensão, e florescem em cores variadas. As flores agrupam-se em talos curtos ao longo dos pseudobulbos por toda a primavera até o verão, dependendo da região geográfica onde se encontrar. Há mais de mil espécies de Dendrobia, todas epífitas (razão de seu nome) embora, ocasionalmente, possam ser encontradas sobre rochas ou no solo.
    As flores têm largas pétalas e sépalas, com o labelo geralmente apresentando um tom diferente, geralmente mais escuro, o que dá origem ao nome popular de "olhos de boneca".

    Dendrobium fimbriatum
     
    Taxonomia

    Até o final do século passado o gênero Dendrobium foi tratado como um gênero ao qual muitas espécies de difícil classificação entre os gêneros próximos eram subordinadas. Por este motivo chegou a conter mais de mil e cem espécies...

    terça-feira, 4 de maio de 2010

    PROGRAMAÇÃO DE EXPOSIÇÃO DE ORQUIDEAS

    Maio 2010

    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Alta Floresta – Alta Floresta – MT
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Araras – Araras – SP
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Guará – Guará – SP
    • 07 a 09 – Exposição Regional de Orquídeas de São Paulo das Missões – São Paulo das Missões – RS
    • 07 a 09 – Exposição Regional de Orquídeas de Santa Maria – Santa Maria – RS
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Camaquã – Camaquã – RS
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas em Ilha Bela – São Paulo – SP
    • 09 – Mostra de Orquídeas de Novo Hamburgo – Novo Hamburgo – RS
    • 14 a 16 – Exposição de Orquídeas de Montes Altos – Montes Altos – SP
    • 14 a 16 – Exposição de Orquídeas de Itaúna – Itaúna – MG
    • 15 e 16 – Exposição de Orquídeas de São Sebastião do Caí – São Sebastião do Caí – RS
    • 14 a 16 – Exposição de Orquideas de Piracanjuba – Piracanjuba – GO
    • 21 a 23 – Exposição de Orquídeas de Uberaba – Uberaba – MG
    • 21 a 23 – Exposição de Orquídeas de Santa Rita do Passa Quatro – Santa Rita do Passa Quatro – SP
    • 28 a 30 – Exposição de Orquídeas de Lins – Lins – SP

    Cattleya Portia

    CATTLEYA PORTIA Foto net
    • reino = Plantae
    • divisão = Magnoliophyta
    • classe = Liliopsida
    • ordem = Asparagales
    • família = Orchidaceae
    • subfamília = Epidendroideae
    • tribo = Epidendreae
    • genero = Cattleya
    • espécie = Portia
    • binomial = Cattleya Portia var. Coerulea

    A Cattleya Portia Lindl. é um híbrido muito antigo entre Cattleya bowringiana originária de Belize e da Guatemala e Cattleya labiata originária dos estados do nordeste brasileiro - Alagoas, Ceará, Paraíba e Pernambuco. Este hibrido foi registrado em 1897 por Veitch.


    Habitat


    Planta de fácil cultivo porque vem do cruzamento de duas espécies que não exigem muita experiência, necessita de clima temperado ou um pouco mais quente e de boa luminosidade, o ambiente deve ser bem ventilado e gosta de rega abundante durante a primavera e o verão. Se cultivada em condições ideais (perfeito equilíbrio de luz, umidade, temperatura, rega e adubação), rapidamente torna-se uma planta de crescimento vigoroso.


    Descrição

    A Cattleya Portia é uma epífita com longos pseudobulbos eretos coroados por uma ou duas folhas ovais, coreaceas. A haste floral pode apresentar até 10 flores com 10 cm. de diâmetro. Todos os segmentos florais são rosa-azulados, o labelo é da mesma cor e púrpura-azulado no ápice. A forma dos segmentos e principalmente do labelo varia. Florece no outono.


    Floração
    ______________________________________________
    Floresce no outono se bem cultiva suas hastes podem dar até 10 flores