• Amo Orquideas

  • segunda-feira, 19 de julho de 2010

    Bulbophillum careyanum

                          Foto De Thiago 
    Bulbophyllum careyanum


    Descrição
    • Bulbophyllum careyanum (Hook.) Spreng., Syst. Veg. 3: 732 (1826).
    Basinômio
    • Anisopetalum careyanum Hook., Exot. Fl. 2: t. 149 (1825).
    Sinônimos...

    ORQUIDEAS

    Orquídea

    Origem: Wikipédia

    Como ler uma caixa 
taxonómicaOrchidaceae
    Flores de Orchis militarisA espécie tipo de 
Orchidaceae.
    Flores de Orchis militaris
    A espécie tipo de Orchidaceae.
    Classificação científica
    Domínio: Eukaryota
    Reino: Plantae
    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Orchidaceae



    Género-tipo
    Orchis L. 1753



    Distribuição geográfica
    Orchidaceae.png



    Subfamílias



    Apostasioideae
    Vanilloideae
    Cypripedioideae
    Orchidoideae
    Epidendroideae



    Sinónimos



    Apostasiaceae
    Cypripediaceae
    Limodoraceae
    Neottiaceae
    Neuwiediaceae
    Vanillacea
    Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais. Majoritariamente epífitas, as orquídeas crescem sobre as árvores, usando-as somente como apoio para buscar luz; não são plantas parasitas, nutrindo-se apenas de material em decomposição que cai das árvores e acumula-se ao emaranhar-se em suas raízes. Elas encontram muitas formas de reprodução: na natureza, principalmente pela dispersão das sementes mas em cultivo pela divisão de touceiras, semeadura in-vitro ou meristemagem.
    A respeito da enorme variedade de espécies, pouquíssimos são os casos em que se encontrou utilidade comercial para as orquídeas além do uso ornamental. Entre seus poucos usos, o único amplamente difundido é a produção de baunilha a partir dos frutos de algumas espécies do gênero Vanilla, mas mesmo este limitado pela produção de um composto artificial similar de custo muito inferior. Mesmo para ornamentação, apenas uma pequena parcela das espécies é utilizada, pois a grande maioria apresenta flores pequenas e folhagens pouco atrativas. Por outro lado, das espécies vistosas, os orquidicultores vêm obtendo milhares de diferentes híbridos de grande efeito e apelo comercial.
    Apesar da grande maioria das espécies não serem vistosas, o formato intrigante de suas flores é muito atrativo aos aficcionados que prestam atenção às espécies pequenas. Como nenhuma outra família de plantas, as orquídeas despertam interesse em colecionadores que ajuntam-se em associações orquidófilas, presentes em grande parte das cidades por todo o mundo. Estas sociedades geralmente apresentam palestras frequentes e exposições de orquídeas periódicas, contribuindo muito para a difusão do interesse por estas plantas e induzindo os cultivadores profissionais a reproduzir artificialmente até espécies que poucos julgariam ter algum valor ornamental, contribuindo para diminuir a pressão sobre a coleta das plantas ainda presentes na natureza.


    Distribuição





    Parque Nacional Chapada dos Guimarães
    Local onde existem muitas espécies de orquídeas.




    Vale próximo a

    Arundina graminifolia alba

     Foto net

    Como cultivar a orquídea terrestre : Arundina graminifolia Alba

    Nome Técnico:
    Arundina graminifolia (D. Don) Hochr.
    Syn.: Arundina bambuseifolia (Roxb.) Lindl.

    Nomes Populares :
    orquídea bambu ou orquidea de jardim
    Família :
     Família Orchidaceae
    Origem:
     Originária da Sri lanka, Malásia

    Descrição:
     A Arundina é a única espécie deste gênero e de origem asiática com clima tropical.
    Planta herbácea perene de caule parecido com junco, formando grandes touceira de altura que pode chegar até 2,0m.
    Suas folhas são estreitas e finas com até 19 cm de comprimento e com ponta aguçada.
    As flores são isoladas, cor-de-rosa com o labelo em cor-de-rosa forte ou púrpura e sépalas rosadas que envolvem o caule.
    Também são encontradas a Arundina graminifolia alba, de flores brancas.
    Floresce da primavera ao início de outono e pode ser cultivada em todo o país.
     
    Modo de Cultivo :
    Local ensolarado, solo rico em material orgânico e bem drenado.
    Plantar em cova com muito composto orgânico e adubo animal mas com cascas de pinus ou de coco para garantir boa drenagem.

    Paisagismo:
    Forma touceiras e seu uso junto a muros ou paredes ensolaradas causa belo efeito, bem como em canteiros isolados

    Maxilaria tenuifolia

                                                 Foto da net

    Maxillaria

    Origem: Wikipédia

    Como ler uma caixa 
taxonómicaMaxillaria
    Maxillaria 
tenuifolia
    Maxillaria tenuifolia
    Classificação científica
    Domínio: Eukaryota
    Reino: Plantae
    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Orchidaceae
    Género: Maxillaria



    Espécies




    Maxillaria (em português: Maxilária) é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceæ).


    Etimologia

    O nome deste gênero deriva da palavra latina: Maxilla, que significa “queixo”, numa referência ao labelo móvel e versátil de suas flores.

    Sinônimos

    • Ornithidium R.Br. 1813
    • Camaridium Lindl. 1824
    • Psittacoglossum Lex. 1825
    • Heterotaxis Lindl. 1826
    • Dicrypta Lindl. 1830
    • Siagonanthus Poepp. & Endl. 1836
    • Menadena Raf. 1837
    • Pentulops Raf. 1838
    • Ne-ourbania Fawc. & Rendle 1909
    • Sepalosaccus Schltr. 1923
    • Marsupiaria Hoehne 1947
    • Pseudomaxillaria Hoehne 1947

    quinta-feira, 15 de julho de 2010

    Cymbidium Verde

    foto por Mac! G.L.fotografe  MINHA ORQUÍDEA

    Cymbidium Pendente

    fotos por Mac! G.L.fotografe  MINHA ORQUÍDEA

    Phalaenopsis

    foto por Mac! G.L.fotografe  MINHA ORQUÍDEA

    Cymbidium Amarelo Claro

    fotos por Mac! G.L.fotografe  MINHA ORQUÍDEA

    Isochilus lineares

                                       
    MINHA ORQUÍDEA

    Origem: Wikipédia

    Como ler uma caixa 
taxonómicaIsochilus
    Isochilus 
aurantiacus
    Isochilus aurantiacus
    Classificação científica
    Domínio: Eukaryota
    Reino: Plantae
    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Orchidaceae
    Género: Isochilus


    Espécies
    Isochilus (em português: Isóquilo) é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceæ). Foi proposto pelo botânico inglês Robert Brown em Hortus Kewensis; The second edition 5: 209 em 1813, baseando sua descrição na espécie Epidendrum lineare Jacquin, sua espécie tipo, que então passou a chamar-se Isochilus linearis (Jacq.) R. Brown.


    Etimologia

    O nome deste gênero deriva da latinização de duas palavras gregas: ισος (isos), que significa “igual”; e χειλος (kheilos), que significa "lábio”; referindo-se ao fato de suas pétalas e sépalas terem todos o mesmo tamanho do labelo.

    Dispersão

    Isochilus é composto por cerca de dez espécies epífitas, rupícolas ou terrestres, de crescimento cespitoso, aparentadas com Ponera, que existem nos mais diversos tipos de habitat, desde a Costa Rica, Panamá e Caribe, até o sul do Brasil, onde existe uma única espécie, o Isochilus linearis.

    Descrição

    Sua principal e mais chamativa característica são as folhas que lembram em muito as de uma gramínea (Poaceae), tanto que em inglês suas espécies são vulgarmente ditas "grass orchids".
    Possuem longos e finos caules não ramificados, rijos e eretos, de tamanho variável, semelhantes à cana, com raízes muito grossas, formando touceiras compactas. Suas folhas são curtas, dísticas, um tanto quanto imbricadas, planas, lineares até linear-lanceoladas e macias, arranjadas alternadamente nos dois terços superiores do caule. A inflorescência, muito curta, cresce na extremidade do caule com diversas flores pequenas e aglomeradas, em regra voltadas para um dos lados da raque, entre brácteas que recordam vagamente de tipos de Elleanthus, brancas, rosadas, violeta ou alaranjadas.
    As flores freqüentemente não se abrem bem, e algumas vezes nem mesmo se abrem, pois se auto polinizam com extrema facilidade, em um processo chamado cleistogamia. Possuem sépalas lanceoladas, concrescidas na base, fazendo a flor assumir o aspecto de um pequeno tubo. As pétalas são também lanceoladas, porém mais curtas e estreitas que as sépalas. O labelo é simples, com a forma similar à das pétalas e um pouco mais longo que estas, agudo, livre dos lados, porém no meio inserido na extremidade do pé da coluna por uma garra em formato sinuoso. A coluna comporta quatro polínias.

    Capanemia superflua

                                       Foto da net

    Espécie: superflua (Rchb. f.) Garay 1967
    Gênero: Capanemia Barb. Rodr. 1877
    Subtribo: Oncidiinae
    Tribo: Maxillarieae
    Subfamília: Epidendroideae
    Etimologia: < L. superfluus, exuberante, excessivo, (desnecessário, supérfluo). Pode indicar a proliferação abundante dessa espécie. (J. G. Raposo) Distribuição: Brasil (MG - ES - RJ - SP - PR - SC - RS) - Argentina - Paraguai   

    Habitus: Epífita
     

    Habitat: Encontrada em montanhas de temperaturas frias a intermediárias, em matas tropicais úmidas. Descrição: A maior espécie do gênero, com pequeninos pseudobulbos agrupados, arredondados ou ovóides, folhas roliças e sulcadas na face superior (2.5-3 x 5-7cm) .
     

    Flores: Os rácimos nascem da base dos pseudobulbos e são curtos e pendentes. As flores são brancas, pequenas e numerosas, quase espigadas, regulares, com um único calo comprido no fundo do labelo. As sépalas dorsais não protusas no centro. Labelo mais longo que largo, quase orbicular ou romboidal.
     

    Época de floração: março a julho (primavera)
    Número de políneas: 4
     

    Cultivo: Cultivar em pequenos vasos de cerâmica, com um substrato de xaxim, ou montadas em placas de xaxim, tendo-se o cuidado de proporcionar à planta a umidade necessária para seu desenvolvimento.
     

    Luz: média a alta
     

    Temperatura: intermediária, entre 20 - 25º C durante o dia e 15 - 18º C durante a noite.
     

    Rega: Regar abundantemente durante o período de crescimento. O substrato deverá permanecer úmido por igual, mas nunca encharcado.
     

    Referências:
    - HOEHNE, F. H. Iconografia de Orchidaceas do Brasil. ed. São Paulo. 1949. P. 225.
    - PABST, G.F.J. & DUNGS, F. Orchidaceae Brasiliensis. Alemanha, Brücke-Verlag. 1977. Vol. II: 200

    Capanemia micromera

                                                        Foto da net

    Origem: Wikipédia

    Como ler uma caixa 
taxonómicaCapanemia
    Capanemia micromera
    Capanemia micromera
    Classificação científica
    Domínio: Eukaryota
    Reino: Plantae
    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Orchidaceae
    Género: Capanemia

    Espécies


    Capanemia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi proposto por João Barbosa Rodrigues em Genera et Species Orchidearum Novarum 1: 137, em 1877. A Capanemia micromera Barb.Rodr. é a espécie tipo deste gênero. O nome deste gênero é uma homenagem ao Barão de Capanema. Como é um gênero morfologicamente muito próximo de Quekettia, espécies de um já estiveram atribuídas ao outro.


    Distribuição

    Capanemia agrupa cerca de uma dezena de miniaturas epífitas, de crescimento cespitoso, distribuídas pelo sudeste brasileiro, Paraguai, Bolívia e Uruguai, normalmente crescendo em finos ramos musgosos das árvores.

    Descrição

    São plantas minúsculas cujo rizoma é curto com pseudobulbos globulares ou ovóides, na base guarnecidos por baínhas não foliares, portando uma única folha plana e coriácea, ou roliça rígida e carnosa, então sulcada na face de cima. A inflorescência é racemosa, sempre mais curta que as folhas, com flores simultâneas muito pequenas verdes, amareladas ou alvacentas, e brota das baínhas que parcialmente recobrem os pseudobulbos.
    As sépalas e pétalas são livres e variáveis conforme a espécie. O labelo, em regra simples, geralmente mais largo que longo ou então quase romboidal, é totalmente livre da coluna, embora justaposto à sua face ventral em algumas espécies, por vezes carnoso ou com calosidades variáveis no disco, ou prolongado em pequeno calcar na base. As flores contém duas polínias.

    Espécies

    1. Capanemia adelaidae Porto & Brade, Arq. Inst. Biol. Veg. 3: 136 (1937).
    2. Capanemia angustilabia Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. 23: 60 (1926).
    3. Capanemia australis (Kraenzl.) Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. Beih. 35: 92 (1925).
    4. Capanemia brachycion (Griseb.) Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. 15: 148 (1918).
    5. Capanemia carinata Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 2: 243 (1881).
    6. Capanemia ensata Pabst, Anais Congr. Soc. Bot. Brasil 15: 113 (1967).
    7. Capanemia fluminensis Pabst, Orquideologia 7: 223 (1972).
    8. Capanemia gehrtii Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 43 (1939).
    9. Capanemia micromera Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 1: 138 (1877).
    10. Capanemia paranaensis Schltr., Notizbl. Bot. Gart. Berlin-Dahlem 7: 328 (1919).
    11. Capanemia perpusilla Schltr., Orchis 8: 135 (1914).
    12. Capanemia pygmaea (Kraenzl.) Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. 15: 148 (1918).
    13. Capanemia riograndensis Pabst, Orquideologia 7: 240 (1973).
    14. Capanemia spathuliglossa Pabst, Arch. Jard. Bot. Rio de Janeiro 14: 24 (1956).
    15. Capanemia superflua (Rchb.f.) Garay, Bot. Mus. Leafl. 21: 261 (1967).
    16. Capanemia theresae Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 2: 244 (1881).

    segunda-feira, 5 de julho de 2010

    Brassia longissima

     
      Minha foto MINHA ORQUÍDEA

    Origem: Wikipédia
    Como ler uma caixa 
taxonómicaBrassia
    Brassia arcuigera
    Brassia arcuigera
    Classificação científica
    Domínio: Eukaryota
    Reino: Plantae
    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Orchidaceae
    Género: Brassia






    Espécies







    Brassia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceæ) e à subtribo Oncidiinae. Foi descrito pelo botânico inglês Robert Brown em Hortus Kewensis; The second edition 5: 215, em 1813, usando a Brassia maculata, que fora recentemente coletada na Jamaica, como espécie tipo. A maioria das espécies produz flores de perfume agradável, especialmente durante as horas quentes do dia.

    Etimologia

    O nome deste gênero é uma homenagem a William Brass, cujo nome latinizado é Gulielmus Brassus, um inglês, ilustrador de botânica do século XIX.
    Nome comum :
    • Orquídea Aranha, assim denominada por sua forma singular.

    Distribuição

    Inclui cerca de 30 robustas espécies de crescimento simpodial algo ascendente e aéreo, epífitas, encontradas nas selvas húmidas e sombreadas das montanhas da América do Sul e América Central e mesmo na Flórida, em altitudes inferiores a 1500 m. Há registros da ocorrência de onze delas no Brasil. São plantas de fácil cultivo desde que em ambientes mais ou menos quentes e com alta umidade.

    Descrição...

    terça-feira, 29 de junho de 2010

    Podridão Negra

     Podridão Negra é um assunto muito polêmico,e muitos procuram combate-la,procuram entende-la,eu ja pedi orquideas por causa dessa doença, pois sou nova no cultivo dessas belas plantas e muita coisa tenho q aprender,e por isso pesquiso e publico materias e dicas de meus amigos,pois elas me ajudam, e repasso a vcs para que venham também ser de boa serventia para vcs,e em uma dessas pesquisas encontrei essa materia que achei muito boa, e estou compartilhando com vocês espero q possa ajudar.



    Podridão Negra
    Postado em Segunda, 27 de Novembro de 2006 (18:57:12) por webmaster
    Por: Luiza Rossi e Enéas A. Figueirêdo. (Brasília-DF)

    Podridão Negra Bacteriana - causada por um ou mais espécies de bactérias do gênero Erwinia. Não é muito freqüente no Brasil. É extremamente letal, causando surgimento de manchas negras, com aspecto aquoso e cheiro repulsivo. É de desenvolvimento rápido, tomando conta da planta em poucas semanas, levando-a à morte. Muitas vezes provoca um colapso da estrutura das folhas, ficando totalmente amolecidas e murchas.
    Podridão Negra - causado por dois tipos de fungos que vivem no solo (Pythium ultimun e Phytophtora cactorum), é a doença fúngica mais conhecida no Brasil. Caracteriza-se por manchas escuras, geralmente nos rizomas e pseudobulbos, de consistência mole, e que crescem até provocar a morte da planta.
    Muitas vezes inicia o ataque pela junção das folhas com pseudobulbos, derrubando a folha ainda verde. Nos coletivos, é a principal causa de morte, chegando a liquidar todas as plantas do vaso em poucos dias. Embora o controle seja difícil na planta já contaminada, pode separá-la das demais, cortar as partes atacadas, polvilhando um antisséptico em pó ou canela em pó. e pulverizando a planta com um fungicida sistêmico a cada 30 dias por 3 meses. Pulverizar também as plantas que estavam próximas da planta atacada.
    Texto compilado por Roland Brooks Cooke, Eng. Agr, datado de 10 de janeiro de 1999 e que foi enviado a mim por um amigo do Rio de Janeiro, Luciano Ramalho...

    segunda-feira, 28 de junho de 2010

    Octomeria grandiflora

     Foto da net
    Octomeria Grandiflora

    É uma espécie de orquidea (Orchidaceae) existente em muitos países da América Central e América do Sul. É a espécie de Octomeria mais comumente encontrada no Brasil. Devido à sua grande área de dispersão apresenta certa variabilidade morfológica e, por esta razão, foi descrita diversas vezes com nomes diferentes.

    Octomeria grandiflora
    Octomeria grandiflora.jpg
    Classificação científica
    Domínio: Eukaryota
    Reino: Plantae
    Divisão: Magnoliophyta
    Classe: Liliopsida
    Ordem: Asparagales
    Família: Orchidaceae
    Subfamília: Epidendroideae
    Tribo: Epidendreae
    Subtribo: Pleurothallidinae
    Género: Octomeria
    Espécie: O. grandiflora




    Nome binomial
    Octomeria grandiflora
    Lindl. 1842




    Sinônimos




    Octomeria surinamensis
    Octomeria robusta
    Octomeria seegeriana
    Octomeria boliviensis
    Octomeria similis
    Octomeria ruthiana

    Fotos e pesquisas da net

    Laelia crispilabia

     Caulescens Laelia (crispilabia) Foto da net
     
    Caulescens Laelia é uma das espécies mais generalizada do Laelias rupícola (como as espécies de Laelia seção Parviflorae são popularmente conhecidas), e é mais conhecido como L. crispilabia . crispilabia. Sem passar pelo jargão taxonômicos, vamos apenas dizer que essa confirmação de nome é resultado de uma pesquisa minuciosa feita por mim, assim como outros taxonomistas. Mas se alguém ainda quer chamar a espécie como crispilabia Laelia, todo mundo vai saber que espécie está sendo falado. Agora, quando digo que quero dizer generalizada extremamente comum no habitat.As espécies ocorrem como milhões de pessoas em estado selvagem, e como você vai ver nas fotos, às vezes é impossível caminhar sobre as saliências rochosas sem pisar nas plantas.
    Laelia crispilabia  ocorre perto de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais. Este é o centro de distribuição mais ocidental do sul de Laelias rupícola e da região onde a maioria da rosa-flor espécies de lavanda pode ser encontrado.Só para dizer um pouco mais sobre isso, em torno de Diamantina (cerca de 300 km nordeste de Belo Horizonte), podemos encontrar o segundo centro de distribuição de Laelias rupícola, onde podemos encontrar a maioria das espécies de flor amarela. Isso não significa que não podemos encontrar espécies (com todas as cores) fora dessas áreas, apenas significa que não vamos encontrar as concentrações de espécies diferentes, com essas cores.

     
    Mapa de Distribuição de caulescens Laelia. Mesmo sendo um dos comum e generalizada a maioria das espécies de Laelias rupícola, ele ainda mostra no mapa como uma área minúscula. Espécies individuais do grupo têm, na maioria dos casos, ocorrência muito localizada.
     
    As plantas de caulescens Laelia são de tamanho médio para o grupo, mas podem variar muito em função da exposição.Em áreas onde as plantas crescem sob sol pleno, as plantas podem ser apenas 7-8 cm de altura, enquanto que quando crescer mais protegidos podem exceder 20 cm. As plantas que crescem sob condições mais rigorosas geralmente produzem inflorescências mais curtas, com menos flores, mas as flores são bastante uniformes.Estes são normalmente 4-5 cm de diâmetro, e as variações de cor ver abaixo. Número de flores é geralmente 3-6 por inflorescência.
      
    1
    Como disse, caulescens Laelia ocorrer em grandes quantidades no habitat. Com essas duas primeiras imagens, podemos ver que a vegetação é geralmente bastante aberto e as plantas crescem sob luz solar intensa e há também brisa constante. Esta é uma necessidade para manter o cooler plantas. Em qualquer caso, embora as folhas e pseudobulbos são expostos à luz forte, as raízes e rizomas são sempre protegidos por liquens ou um pouco de terra que se acumula dentro de rachaduras.
    Em 1, há uma visão geral de uma das áreas onde as plantas são tão abundantes. O principal tipo de rocha onde estas plantas crescem em é de ferro, minério de algo que pode ser facilmente observado em 2. Igualmente em 2, existem algumas plantas avermelhados e estes são Pleurothallis rupestris (ou teres P., não há muito de um consenso sobre o nome), e estes também são abundantes.  Andar sobre as áreas podem ser muito perigosas, como minério de ferro é geralmente muito cascalho solto. Finalmente, também em 2, as plantas são mostrados de forma cor regular, com segmentos de lavanda e às vezes mais escuro, franjas lábio.
    Apesar da variação de cor não muito, em 3, temos uma das formas alba diversos encontrados. Estes são sempre brancas imaculadas. Considerando-se como as plantas são abundantes, é realmente esperar para descobrir que muitas albas.
    Por outro lado, em 4 podemos ver a forma coerulea uma só vez encontrado (relatos de um segundo ainda a ser confirmado). Estes não são muito impressionantes, flores coloridas como o tom é muito leve, mas vendo estas flores vivas, com certeza dá uma idéia melhor.  As flores são formas muito boas de 3 e 4 (e boa forma também aqui significa flores apartamento).
     
      
      4Miranda Orchids

    Laelia lucasiana

    Laelia Lucasiana  

        Em seu habitat   Pesquisa e fotos net                    
    Colorido das flores As pétalas e sépalas vão do rosa claro ao escuro e o labelo é amarelo dourado.
    Número de flores por haste De 2 a 3 flores.
    Tamanho da flor De 3 a 4cm de diâmetro.
    Condições requeridas Como todas as espécies de Laelia rupícola precisa de alternância de período de umidade e seca. Em seu habitat de origem está sujeita a luminosidade intensa durante o dia e o calor amenizado pelo vento constante, com uma queda de temperatura bastante significativa durante a noite, mesmo durante os meses mais quentes. Deve ser cultivada em clima temperado ou frio, com muita ventilação. Precisa de inverno frio e seco. Deve ser cultivada em vasos bem pequenos.
    Época da floração Floresce de outubro a dezembro.
    Origem Brasil, estado de Minas Gerais, nas regiões montanhosas tais como Serra do Ouro Preto, Serra da Piedade e Serra do Caraça. Em altitude que varia de 1.400 a 1.700 m acima do nível do mar.
    Comentários Possui uma variedade branca.   

    Laelia flava


     Foto net
    Crispata Laelia é mais conhecido como flava L.. Cymbidium crispatum De acordo com Garay, crispata Laelia deve ser o nome correto para L. rupestris, mas depois de analisar os tipos de ambas as espécies de Lindley e de Cymbidium crispatum Thunberg, eu tenho que discordar da sua opinião. Eu não vou me estender mais aqui sobre estas questões de taxonomia, como já expresso os meus pontos de trabalhos científicos. No entanto, eu estou escrevendo um artigo a ser publicado neste site na seção de taxonomia que irá explicar o assunto em detalhe. Assim, Laelia flava deve ser corretamente chamado L. crispata , fica como um nome de boa reputação.. Esses dias, esses nomes não são muito representativos, como temos mais de uma dúzia de espécies com flores amarelas (a maioria deles caberia o flava "- descrição flavus, a um, em latim) ea maioria das espécies na seção que ser "rupestris" ou "crispata" ... mas é preciso lembrar que quando Lindley descreveu duas espécies, houve apenas uma outra espécie conhecida do grupo, que foi cinnabarina Laelia, com flores cor de laranja (caulescens Laelia foi um mix-up então, por isso não conta ...). That's it about this subject for now. Isso é tudo sobre este assunto por agora.

     
    Mapa de Distribuição de crispata Laelia. Esta é uma das espécies mais generalizada de Laelias rupícola, especialmente se pensarmos nos de flor amarelos.Ele não é tão abundante, porém, em uma determinada localidade como, por exemplo, Laelia caulescens...