sábado, 30 de abril de 2011
Vaso Cone "Pau de Barro" Vendas
Modelo 2011
Vaso Cone Pequeno Altura 10 cm x Fundo 7 x Boca 3 / R$3,00 / Mv 012 / Peso Medio 170 gramas
Obs: vulgo "Pau de Barro" micro orquídeas
Vaso Cone Medio Altura 25 cm x Fundo 9 x Boca 3 / R$5,00 / Mv 005 / Peso Medio 700 gramas
Obs: vulgo "Pau de Barro" micro orquídeas
Obs: vulgo "Pau de Barro" micro orquídeas
Modelo 2011
Obs: Preço promocional de lançamento
Nossos Links
Vaso Cone Grande Altura 37 cm x Fundo 13 x Boca 6 / R$10,00 / Mv 013 / Peso Medio 1.800 gramas
Obs: vulgo "Pau de Barro" micro orquídeas
Nossos Links
http://flog.clickgratis.com.
Por e-mail:
Yahoo "Vendas" : orquidariomaniadeverde@
Hotmail "Duvidas": orquidariomaniadeve
Telefones:
(11)9450 1307 novo (11)2358 3428
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
85ª EXPOSIÇÃO DE ORQUÍDEAS
ATENÇÃO!!! AS INFORMAÇÕES AQUI CONTIDAS REFEREM-SE ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE À 85ª EXPOSIÇÃO ENTRADA FRANCA DATA: 16, 17 e 18/09/2011 das 9:00h às 19:00h LOCAL: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa Rua São Joaquim, 381 - Bairro Liberdade INFORMAÇÕES: (11) 3207-5703 (Lídia). ENTREVISTAS: Com Assessoria de Imprensa ou Lídia, pelo telefone (11) 3207-5703. AULAS GRATUITAS DE CULTIVO DE ORQUÍDEAS: Todos os dias às 10:00, 14:00 e 16:00h. IMPRESSOS GRÁTIS: Sobre cultivo de orquídeas. VENDAS: Mais de 10000 vasos de orquídeas com ou sem flor, a partir de R$8,00 além de vasos, substratos, adubos, tesouras, entre outros. LIVROS: Orquídeas - Manual de Cultivo Volumes 1 e 2, da AOSP, com centenas de fotos de espécies caracterizadas, a R$ 60,00 (vol. 1) e R$ 70,00 (vol. 2) e livros de outros autores. ADUBO DA AOSP: Adubo especialmente elaborado para cultivo de orquídeas. MÍDIA IMPRESSA: Revistas e vídeos sobre a orquidofilia. AULAS BÁSICAS DE CULTIVO DE ORQUÍDEAS: Sexta, Sábado e Domingo: 10:00, 14:00 e 16:00h Obs.: Para essas aulas não será preciso fazer inscrição. Programe-se e esteja no local, no horário que você escolher. São aulas ministradas por orquidófilos diferentes e, portanto, com abordagens diversas.Você poderá assistir a quantas quiser. PROGRAMAÇÃO PARA QUEM VAI PARTICIPAR (EXPOSITORES) Dia 15/09/2011 (5ª feira) - NÃO ABERTA AO PÚBLICO - Recebimento de plantas das 8:00 às 14:00h. - Início do julgamento das plantas: 15:00h Dia 16/09/2011 (6ª feira) - Visitação pública: das 9:00 às 19:00h - Aulas gratuitas sobre cultivo de Orquídeas: às 10:00, 14:00 e 16:00h Dia 17/09/2011 (Sábado) - Visitação pública: das 9:00 às 19:00h - Aulas gratuitas sobre cultivo de Orquídeas: às 10:00, 14:00 e 16:00h Dia 18/09/2011 (Domingo) - Visitação pública: das 9:00 às 19:00h - Aulas gratuitas sobre cultivo de Orquídeas: às 10:00, 14:00 e 16:00h - Entrega dos prêmios: às 19:00h Obs.: Traga a relação de suas plantas, com o nome completo e a sigla de sua entidade, letra legível dos nomes de cada planta e de seus respectivos proprietários, além das etiquetas com papel timbrado e os mesmos dados para cada vaso. Confirme sua presença o mais cedo possível pelo telefone (11) 3207-5703, com Lídia (Secretária). Fonte AOSP Postado por Diogo Torres | |||
Matéria da Revista Como Cultivar Orquidea
Esta edição da Revista como cultivar Orquidea tem a matéria do meu amigo e orquidófilo Danilo Rocha, que abriu as portas do seu orquidário para que possamos ver as belas meninas cultivadas com muito amor e carinho, e mais mostrou como fez um cantinho lindo e aconchegante para de cultivar essas belissimas orquideas.
Fonte Revsita Cultivado Orquideas
Fotos Orquidário Recanto das Orquideas" Danilo Rocha"
Alagoinha, Bahia Brasil
contato e-mail: orquidofilia@yahoo.com.br
Orquideas do leitor e Orquidólio Danilo Rocha
No final de dezembro de 2009, resolvi fazer um jardim vertical. Minha amiga Gil visitou minha casa falou qie orquideas ficariam lindas naquela parede e, então, deu-me algumas mudas de espécies dos gêneros Miltônia, Dendrobium e Oncidium. Foi amor a primeira vista. Depois, essa mesma amiga, que já era orquidólifa, levou-me para conhecer outros colecionadores da ciddes.Nesta oportunidade, ganhei várias mudas de orquidófilos.Hoje, sou muito grato pelas plantas e sobretudo pelo apoio no cultivo. Fui me aperfeiçoando por meio de matérias da internet e da assinatura da revista desta conceituada revista. Tenho estudado tudo o que é relacionado ás orquidáceas. Possuo aproximadamente 350 exemplares, na sua maioria Vanda e Phalaenopsis, e jpa estou investindo em orquideas para revenda.Estou encaminhando fotos do meu jardim vertical, do meu orquidário e também das minhas duas palavras favortas. Phalaenopsis stuartiana e Cattleya alcandiae, escreveu Danilo Rocha, de Alagoinhas Bahia, Brasil
Orquidário Recanto das Orquideas
Fonte Revsita Cultivado Orquideas
Fotos Orquidário Recanto das Orquideas" Danilo Rocha"
Alagoinha, Bahia Brasil
contato e-mail: orquidofilia@yahoo.com.br
Dica de Plantio
Meu amigo fez no orquidário dele e achei super legal, e resolvi pedi pra ele a foto e passar pra vocês.
Separe um pedaço de madeira ou tronco de boa qualidade (candeia, sabiá, sucupira, peróba)
Prenda no tronco uma tela de fibra de côco, pois ela ajuda a manter a umidade, prenda depois uma tela plástica com furos igual da foto que você encontra em casa de material de construção, depois é só plantar a sua orquidea amarrando-a com firmeza mas sem machucar a planta, ela se adpta e desenvolve muito bem veja que linda floração.
Fotos Danilo Rocha Orquidário Recanto das Orquideas local: Alagoinhas,Bahia, Brasil
Contato e-mail: orquidofilia@yahoo.com.br
terça-feira, 26 de abril de 2011
Cattleya Walkeriana
Cattleya walkeriana foi descoberta por Gardner, em 1839, próximo ao rio São Francisco (MG). Seu nome foi dado em homenagem ao seu fiel assistente, Edward Walker, que o acompanhou em sua segunda viagem ao Brasil a serviço do Jardim Botânico do Ceilão, no Sri Lanka.
O brasileiro Barbosa Rodrigues descreveu, em 1877, a Cattleya princeps, hoje considerada uma variedade da Cattleya walkeriana.
Habitat
A Cattleya walkeriana, hoje mundialmente conhecida e apreciada pelos belíssimos híbridos que tem produzido, é encontrada nas regiões mais diferentes do Brasil, seja crescendo sobre pedras, no Estado de Goiás, ou sobre árvores, nos Estados de São Paulo, Mato Grosso e Minas Gerais, sempre próxima às águas de lagos, rios ou pântanos. São plantas de cultivo extremamente fácil, que os orquidófilos do mundo inteiro já dominam. Deve-se destacar que a maioria das plantas que hoje se encontram nas coleções foram produzidas por semente ou meristema (clonagem).Sinônimos
- Cattleya bulbosa Lindsey, 1847
- Epidendrum walkeriano Reichenbach, 1862
- Cattleya gardneriana Reichenbach, 1870
- Cattleya schroederiana Reichenbach, 1883
Dicas para cultivo
A fácil adaptabilidade dessa espécie se comprova na maneira como é cultivada. No Brasil, que abriga todos os tipos de clima, temos visto a Cattleya walkeriana cultivada em vasos de cerâmica baixos e furados (chamados piracicabanos), em vasos comuns com xaxim desfibrado, em pequenos pedaços de casca de árvore (peroba, aroeira, ipê, etc.), em casca de pinheiro, em placas de xaxim ou, ainda, em muros de pedra. É uma planta que tolera muito bem a luz solar intensa, porém não direta. Gosta de ambientes úmidos e bastante ventilados, detestando substratos encharcados.Em Rio Claro (175 km ao norte de São Paulo), resistem muito bem às altas temperaturas de verão (38°C), assim como às baixas temperaturas de inverno (10°C), ocasião em que devem ser protegidas do vento frio do sul e ter suas regas diminuídas.
O pico de floração é no mês de Maio, o que lhe faculta os mais variados cognomes: flor de Maria, flor das noivas, flor das mães, flor de inverno, etc. Após o aparecimento das flores, dá-se a brotação pesada, por volta do mês de Agosto, período em que deve-se intensificar as regas e a adubação para a formação do bulbo vegetativo. É importante lembrar que a Cattleya walkeriana pode florescer em broto especial ou em broto com folha comum (Cattleya walkeriana variedade princeps, que floresce em Setembro).
É uma planta extremamente sensível às divisões (separação de mudas). Para poupá-la, deve-se evitar a floração no ano seguinte à divisão. Com este cuidado, ela economiza forças. Quando a planta mostra os botões, deve-se cortá-los utilizando ferramenta esterilizada para evitar contaminações, vírus ou bactérias. Isto pode ser feito usando-se a chama de um isqueiro ou vela por uns trinta segundos na lâmina da ferramenta.
Nesta espécie, são encontradas as formas tipo lilás, alba (branca), coerulea (azulada), semialba (branca com labelo lilás), lilacínea (rosada), flammea (lilás com riscos púrpura), vinicolor (vinho), entre outras.
Pesquisa Wikipédia
Fotos do meu amigo Orquidófilo Robson Miranda local: Bom Despacho/peçanha, Brasil
Exposição de Orquideas em São Paulo Jardim Botânico
Olá Amigos, Bom Dia!!!
Acontece dias 29, 30 de abril e 1 de maio, a 109ª Exposição de orquídeas do Jardim Botânico de São Paulo, a expo vai de sexta a domigo, das 9 as 17
o endereço é : Av Miguel Estéfano, 3687
Este ano a expo será realizada na estufa de vidro, em frente o jardim de Lineu.
qualquer dúvida estamos ai
Luciano Ramos Zandoná==========================
Núcleo do Orquidário
Instituto de Botânica de São Paulo
==========================
luciano_zandona@yahoo.com.br
==========================
Fonte de Publicação Lucianos Ramos Zandoná
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Exposição de Orquideas em São Paulo
Tatuape Garden Paisagismo Ltda - Plantas Exposição de orquideas com aulas hoje e amanhã 22/ e 23/4/2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Como fazer muda de orquideas e planta-las
NESSE VÍDEO MOSTRAMOS COMO FAZER UMA MUDA DE ORQUÍDEA E COMO PLANTA-LA
Título do projeto: Doe sua orquídea: por uma cidade mais limpa e bela A idéia do projeto nasceu em uma reunião da Associação Amigos dos Rios aqui da cidade de Cascavel, no mês de Janeiro deste ano quando fizemos uma reunião de planejamento anual. Essa reunião aconteceu nas dependências do Colégio Itecne. Por isso essa escola de pronto aceitou participar. Como são muitos os projetos que essa ONG desenvolve, o Itecne, na parceria que tem com essa Associação, acabou assumindo a coordenação desse projeto do plantio das orquídeas. É importante salientar que são diversas as instituições parcerias da Associação Amigos dos rios. Entre elas destacamos além do Colégio e Faculdade Itecne, o Supermercado Irani, a Prefeitura Municipal de Cascavel a Ecocataratas e Sanepar entre outras. O objetivo central do nosso projeto é contribuir para a cidade de Cascavel esteja cada dia mais limpa e bela. Nossa meta é plantarmos nos próximos cinco anos orquídeas em todas as regiões da nossa cidade, se não em todos as árvores. já plantamos aproximadamente 6.000 (sei mil) mudas em diversas ruas. Estamos plantando inicialmente nas regiões de maior circulação de pessoas. Por isso já plantamos em quase toda a rua Tancredo Neves. Plantamos no lago municipal e na praça dos Mosaicos. Já iniciamos o plantio na rua principal de nossa cidade que é a nossa Avenida Brasil. Já plantamos em todas as árvores ao redor da igreja matriz e nas árvores da Avenida Brasil que ficam em frente a igreja. É importante salientar que a única fase da lua que não é possível plantar é na minguante. Se a pessoa plantar nessa fase elas não florescem. Como conseguimos as mudas? Para iniciarmos o plantio um amigo da ONG doou. Depois o projeto ganhou visibilidade na mídia, surgiram inúmeros doadores. Hoje há famílias comprometidas coma ONG só para fazerem as mudas. O plantio ocorre pelas manhãs e aos sábados à tarde. As mudas plantadas nos meses de fevereiro e março já deram seus frutos. A poucos dias tivemos em diversas árvores muitas orquídeas que floriram. Na primavera de 2011 Cascavel já terá um diferencial a mais para quem visitar a cidade. Verá muitas árvores com orquídeas floridas. Enfim o trabalho vem acontecendo com grande aceitação por parte da comunidade. Escrito por Ivo José Triches, coordenador do projeto Doe sua orquídea.
http://www.itecne.com.br/cascavel/
http://meioambientecascavel.blogspot.com
domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Epistephium sclerophyllum Lindley
Suas flores lembram muito aquelas da Sobralia. Aliás foi a amiga bióloga Ada Benelli quem corrigiu-me nesse sentido, pois inicialmente pensei que estava diante de uma Sobralia. Juntos estivemos em Chapada dos Guimarães, Estado de Mato Grosso, para revisitar um habitat de mesma planta. Encontramos diversas Epistephium sclerophyllum floridas neste mês de abril, vegetando nas encostas de morros com capim nativo, terreno rico em matéria orgânica e rochas areníticas em altitudes acima de 800 metros. Diferente da Sobralia, facilmente cultivada em jardins, segundo a literatura, a Epistephium sclerophyllum dificilmente adapta-se ao cultivo doméstico, até por conta de sua retirada do habitat, quando corta-se aquilo que parece rizoma, quebrando a planta de raízes profundas. Mesmo pesquisadores com autorização legal para coleta e manutenção de exemplares vivos em herbários oficiais têm tido dificuldade nisso. O mais comum são arquivos de exsicatas, isto é, pedaços da planta coletados, dessecados e arquivados nos herbários oficiais de universidades. Suas flores grandes, bonitas, variam do lilás rosado ao quase violeta, cuja inflorescência terminal apresenta sucessivas florações nesse período. O detalhe especial de sua flor e que difere-a das flores da Sobrália está na parte interna do labelo comumente trilobado, com uma risca de pequeninos filamentos que vão praticamente da borda deste até sua base. O pedúnculo das flores mais velhas que caem ficam parecendo cápsulas de sementes.

A Epistephium sclerophyllum Lindley ocorre no Brasil, Peru, Bolívia, Venezuela e Argentina. Pertence ao gênero Epistephium, descrito primeiramente pelos pesquisadores Humboldt, Bonpland e Kunth (H.B.K.) em 1822 quando foi estudada a espécie Epistephium elatum, coletada por Kunth em Santa Ana, hoje Falan, distrito de Tolima na Colômbia. O gênero compreende cerca de 30 espécies e é considerado “parente” dos gêneros Vanilla, Pogonia, Isotria e Cleistes, muito embora na comparação com Vanilla, as espécies deste são de crescimento epífito e caule caracterizado por longa haste flexível enquanto Epistephium são sempre terrestres e hastes eretas medindo entre 30 cm a 1 metro em média. Ken Cameron, pesquisador da sistemática filogenética no New York Botanical Garden questiona esse “parentesco”, acreditando que num futuro próximo teremos uma revisão do gênero Epistephium.
Ada Benelli quem corrigiu-me Ada Benelli tem pronto um livro sobre Orquídeas da Chapada dos Guimarães, resultado de anos de pesquisa na região e base de sua tese de mestrado na Universidade Federal de Mato Grosso. Este livro poderá ser lançado para venda no formato virtual, e deverá ser vendido via website do Orquidário Cuiabá tão logo finalize sua formatação como e-book. Tive o privilégio de ver em primeira mão o trabalho com fotos e fiquei maravilhado.
A Epistephium sclerophyllum é também descrita por Toscano de Brito e Phillip Cribb no livro “Orquídeas da Chapada Diamantina”, única espécie lá encontrada, conforme descrevem “amplamente distribuida no Brasil, desde o norte e nordeste, até centro-oeste e sudeste. Trata-se de plantas terrestres, que crescem em locais abertos ou entre vegetação, em afloramentos rochosos, sobre solos geralmente secos e arenosos, encontradas de norte a sul da Chapada Diamantina, entre 1.000 – 1.800m. Floresce durante todo o ano, sobretudo na primavera e verão.” Hoehne, em sua ótima coleção Flora Brasílica traz um verdadeiro tratado sobre as diversas espécies de Epistephium, incluindo a sclerophyllum, de onde foi copiado o desenho (tábula nº37 – in Flora Brasílica, fasc. 8 – vol. XII, 13-43) em nanquim que ilustra este artigo.
Classificação
Gênero: Epistephium Kunth.; espécie: Epistephium sclerophyllum Lindley 1840; Tribo: Neottiinae; Subtribo: Vanilleae Pfitzer; Etimologia: epistephium, do grego “epistephes”, significa “coroado”, formato do epicálice no ápice do ovário. Epíteto: do grego “sclerophyllon”, “folha dura”, em referência à consistência de suas folhas. Sinônimos: Epistephium lucidum Cogneaux, Epistephium mardenii Ruschi e Epistephium praestans Hoehne.
Pesquisa Orquidário Cúiabá
A Epistephium sclerophyllum é também descrita por Toscano de Brito e Phillip Cribb no livro “Orquídeas da Chapada Diamantina”, única espécie lá encontrada, conforme descrevem “amplamente distribuida no Brasil, desde o norte e nordeste, até centro-oeste e sudeste. Trata-se de plantas terrestres, que crescem em locais abertos ou entre vegetação, em afloramentos rochosos, sobre solos geralmente secos e arenosos, encontradas de norte a sul da Chapada Diamantina, entre 1.000 – 1.800m. Floresce durante todo o ano, sobretudo na primavera e verão.” Hoehne, em sua ótima coleção Flora Brasílica traz um verdadeiro tratado sobre as diversas espécies de Epistephium, incluindo a sclerophyllum, de onde foi copiado o desenho (tábula nº37 – in Flora Brasílica, fasc. 8 – vol. XII, 13-43) em nanquim que ilustra este artigo.
Classificação
Gênero: Epistephium Kunth.; espécie: Epistephium sclerophyllum Lindley 1840; Tribo: Neottiinae; Subtribo: Vanilleae Pfitzer; Etimologia: epistephium, do grego “epistephes”, significa “coroado”, formato do epicálice no ápice do ovário. Epíteto: do grego “sclerophyllon”, “folha dura”, em referência à consistência de suas folhas. Sinônimos: Epistephium lucidum Cogneaux, Epistephium mardenii Ruschi e Epistephium praestans Hoehne.Pesquisa Orquidário Cúiabá
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A 'maior orquídea do mundo' floresce no Orquidário Nacional do Ibama, em Brasília
Planta nativa da Malásia tem 2,5 metros de altura e 19 hastes florais que chegam a atingir três metros
Exibindo porte arbustivo e flores majestosas, a maior orquídea do mundo floresceu nesta terça-feira (01/02) no Orquidário Nacional do Ibama, em Brasília. A planta, espécie Grammatophyllum speciosum, é nativa da Malásia e tem 2,5 metros de altura. Torna-se ainda mais grandiosa por suas 19 hastes florais que atingem três metros e as mais de 400 flores que brotam da planta.
Bem cultivada a pleno sol, desenvolveu-se e adaptou-se aos rigores climáticos do Planalto Central e, ao fim de cinco anos, atingiu a maturidade e a tão esperada floração.
Funcionários do orquidário aproveitaram o momento propício para realizar o cruzamento entre a espécie asiática e uma espécie brasileira do cerrado, o Cyrtopodium brandonianum, dando o sinal para o nascimento futuro de uma nova criatura híbrida, um Grammatopodium, cujo nome de batismo ainda não foi escolhido.
A planta foi doada, ainda pequena, pelo orquidófilo pernambucano Odilon Cunha, colaborador do Orquidário Nacional do Ibama/Projeto Orquídeas do Brasil e proprietário de uma rica coleção de orquídeas, que inclui espécies de todo o planeta.
A orquídea está exposta na frente do orquidário e pode ser contemplada até a próxima semana em Brasília.
EDIÇÃO E MONTAGEM: CRSS3
Aracatiara/Amontada/Itapipoca/Itarema
Orquídea gigante sábado, fevereiro 5, 2011
Essa semana fomos agraciados com a notícia de que uma orquídea gigante floreceu em Brasília. A atenção e curiosidade dos orquidófilos se voltou para o Planalto Central e, realmente, a beleza do Grammatophyllum speciosus enche os olhos dos aficcionados e a dedicação dos profissionais que trabalham no Orquidário Nacional do Ibama enche de orgulho os apreciadores e cultivadores de orquídeas.Agradecemos a doação feita pelo orquidófilo pernambucano Sr. Odilon Cunha, colecionador que colabora com o projeto Orquídeas do Brasil e a Sra. Lou Menezes, biologa e responsável pelo Orquidário que acompanhou e cuidou para a plena adptação da espécie que é nativa da Malásia.
Fonte: Globo Rural on line
Exposição de Orquideas em São Paulo - 2.011.wmv
Exposição de orquideas em São Paulo em 20.03.2011. Realização da
AOSP. Local Museu da Imigração Japonesa no bairro da Liberdade.
Filmado e editado por GMMachado sem nenhuma finalidade comercial.
Terreno abandonado é transformado em jardim na Zona Leste da capital
Sexta-feira, 08/04/2011
Aparecida Rosa de Oliveira e seu pai plantaram várias espécies no espaço em frente a sua casa, onde só havia mato. Hoje ela sonha que a praça seja apadrinhada.
Assinar:
Postagens (Atom)









