segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Pleurothallis linearifolia
Linda minha pequenina, extremamente delicada!!! Pensa minha varanda esta que é uma benção de Deus!!!!
Essas pequenas plantas devem ter um tratamento especial, pois possuem folhas finas e suculentas, que podem ser envenenadas se adubadas erroneamente. Os problemas vão da queima das folhas à morte da planta em poucos dias, então é preciso redobrar os cuidados lançando mão de adubos de boa procedência destinados às orquídeas. Os mais indicados são os líquidos ou em pó.

Pleurothallis Sarracenia
As micro-orquídeas, em especial os Pleurothallis, podem ser cultivados de uma forma diferenciada. Muitos orquidófilos dizem que as orquídeas não suportam água, principalmente em suas raízes, com exceção das plantas de grande porte como as Cattleyas e as Laelias. No caso das micros, elas contradizem essa informação, tanto é que alguns apaixonados pelo gênero desenvolveram uma forma inovadora de cultivo, utilizando um prato grande com água, cobrindo os vasos até a metade. Os mais compridos, tipo jardineiras, são os mais utilizados porque ocupam menos espaço e ainda abrigam cerca de 24 vasos pequenos.

Varias Pleurothallis
Na prática, deve-se priorizar vasos de plástico e, em seguida, distribuir o substrato em partes iguais de pó-de-xaxim e esfagno desidratado misturados. Os vasos podem ficar em contato com a água constantemente, para evitar a desidratação das plantas, além de favorecer o crescimento. Por isso essa técnica de cultivo tem sido a mais utilizada pelos orquidófilos mais experientes nos últimos tempos.
Fonte: Revista O mundo das orquídeas Nº 59
sábado, 27 de agosto de 2011
Ludisia discolor (Ker.-Gawl.) A. Rich.
Minha linda amei ganhar!!!!!
O gênero Ludisia A. Rich. é representado por uma única planta, dai ser denominado monotípico, distribuido pelo nordeste da Índia, sudeste da Ásia até Indonésia. Sua única espécie é a exótica Ludisia discolor (Ker.-Gawl.) A. Rich, também conhecida pela denominação antiga comoHaemaria discolor. Juntamente com os gênerosAnoectochilus e Macodes, são chamadas de orquídeas jóias (em inglês “jewel orchids“), em razão do formato e cor realmente especial de suas folhas. As folhas da Ludisia discolor possuem um colorido vermelho escuro, quase marrom, com veias douradas que à primeira vista e mesmo para orquidófilos experientes terão alguma dificuldade em reconhecer na planta sem flores, uma orquídea. Fins do inverno e toda a primavera surge sua inflorescência ereta na ponta do rizoma rasteiro e ramificado medindo em torno de 15 cm de altura; crescendo à medida que as pequenas flores branco translúcido e mácula amarela na ponta da coluna, com cerca de 1,3 cm de diâmetro vão abrindo-se. Seu cultivo é extremamente fácil, e bem cuidada sua folhagem é atraente o ano inteiro, dai a razão de permitir seu crescimento e expansão em todo o vaso de tamanho médio a grande, preferencialmente plástico, com substrato comum usados para o plantio das violetas africanas, numa mistura de coco desfibrado, terra vegetal, carvão e pedriscos, para boa aeração e drenagem, evitando sua compactação, ou mesmo em compostos/substratos comerciais para violetas comprados em lojas de jardinagem ou supermercados. Permite fazer mudas pela simples quebra dos brotos laterais, que podem ser colocados em copo com água limpa, mantendo um nível médio de água para facilitar seu enraizamento, nada impedindo seja feito seu plantio direto no substrato. Regas periódicas normais e luminosidade de 50% sob telado de sombreamento. Evitar insolação direta que pode queimar suas folhas. Adubação normal e periódica no substrato. Pode ocorrer variação no padrão das cores e desenho das nervuras douradas nas folhas de plantas oriundas de sementes ou mesmo com o passar do tempo e envelhecimento do seu rizoma.
Classificação – Gênero: Ludisia A. Rich.; Espécie única: Ludisia discolor (Ker. -Gawl.) A. Rich., Tribo: Erythrodeae; Subtribo: Goodyerinae; Etimologia: Ludisia – origem desconhecida; Epíteto: discolor, do latim (Bot.) referindo-se a coloração de suas folhas que diferem de um lado para o outro.
Pesquisa Orquidario Morumbi
Lankesterella
Minha orquidea minha casa esta mais linda!!!!!!
Lankesterella (em português: Lanquesterela) é um género botânico pertencente à família das orquídeas(Orchidaceæ). Foi proposto por Ames em Schedulæ Orchidianæ 4: 3, em 1923, tipificado pela Lankesterella costaricensis Ames, hoje considerada sinônimo da Lankesterella orthantha (Kraenzl.) Garay.
O nome é uma homenagem a Charles Hebert Lankester (1879-1969), botânico e orquidófilo inglês que viveu naCosta Rica e teve seu nome latinizado para Carolus Herbertus Lankester.
Etimologia
O nome é uma homenagem a Charles Hebert Lankester (1879-1969), botânico e orquidófilo inglês que viveu naCosta Rica e teve seu nome latinizado para Carolus Herbertus Lankester.
Descrição
Lankesterella já havia sido separada de Stenorrhynchos por Schlechter, em 1920, com o nome de Cladobium, no entanto este nome já estava ocupado, resultando inválido.
É composto por pouco mais de dez espécies epífitas, que vivem sobre superfícies musguentas em florestas sombrias repletas de umidade, até 2700 metros de altitude. Ocorrem em ilhas do Caribe, alguns países do sul da América Central, e em faixa contínua que vai da Venezuela à Bolívia e também em diversos estados brasileiros, da Bahia a Santa Catarina e Minas Gerais.
Lankesterella muito se assemelha com Eurystyles, diferenciando-se pela inflorescência em regra ascendente ou horizontal, flores maiores, em menor número, voltadas para o mesmo lado, com relativamente pequenas brácteas florais.
As folhas são sedosas, de verde claro acinzentado, algumas vezes de margens ciliadas, crescem formando uma roseta. Em regra as flores apresentam calcar bem desenvolvido e labelo tem dois pequenos lobos na base.
Espécies
- Lankesterella alainii Nir, Orchid. Antill.: 170 (2000).
- Lankesterella caespitosa (Lindl.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: t. 146, f. 2 (1944).
- Lankesterella ceracifolia (Barb.Rodr.) Mansf., Notizbl. Bot. Gart. Berlin-Dahlem 15: 217 (1940).
- Lankesterella glandula Ackerman, Lankesteriana 4: 49 (2004).
- Lankesterella gnomus (Kraenzl.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 131 (1944).
- Lankesterella longicollis (Cogn.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 131 (1944).
- Lankesterella mentiens Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 131 (1944).
- Lankesterella orthantha (Kraenzl.) Garay, Caldasia 8: 521 (1962).
- Lankesterella parvula (Kraenzl.) Pabst, Rodriguésia 16-17(28-29): 132 (1955).
- Lankesterella pilosa (Cogn.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 132 (1944).
- Lankesterella salehi Pabst, Anais Congr. Soc. Bot. Brasil 15: 110 (1967).
- Lankesterella spannageliana (Hoehne & Brade) Mansf., Notizbl. Bot. Gart. Berlin-Dahlem 16: 217 (1940).
Pesquisa Wikipedia
Espécies
- Lankesterella alainii Nir, Orchid. Antill.: 170 (2000).
- Lankesterella caespitosa (Lindl.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: t. 146, f. 2 (1944).
- Lankesterella ceracifolia (Barb.Rodr.) Mansf., Notizbl. Bot. Gart. Berlin-Dahlem 15: 217 (1940).
- Lankesterella glandula Ackerman, Lankesteriana 4: 49 (2004).
- Lankesterella gnomus (Kraenzl.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 131 (1944).
- Lankesterella longicollis (Cogn.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 131 (1944).
- Lankesterella mentiens Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 131 (1944).
- Lankesterella orthantha (Kraenzl.) Garay, Caldasia 8: 521 (1962).
- Lankesterella parvula (Kraenzl.) Pabst, Rodriguésia 16-17(28-29): 132 (1955).
- Lankesterella pilosa (Cogn.) Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 1: 132 (1944).
- Lankesterella salehi Pabst, Anais Congr. Soc. Bot. Brasil 15: 110 (1967).
- Lankesterella spannageliana (Hoehne & Brade) Mansf., Notizbl. Bot. Gart. Berlin-Dahlem 16: 217 (1940).
Pesquisa Wikipedia
sábado, 20 de agosto de 2011
Coelogyne flaccida
Ganhei da minha vizinha sexta feira muito linda, amo muito!!!!
A Coelogyne flaccida é de gênero asiático com mais ou menos 170 espécies, ela necessita de substrato que retenha um pouco de umidade por maior tempo. Seu periodo de floração é no inverno e primavera,suas flores são de 3 a 4cm em hastes pendentes de 15 a 20cm. Tem um aroma muito forte. Sombreamento 50% e de fácil cultivo.
É uma planta epífita, ou às vezes humícolas. Os pseudobulbos são em geral, ovóides a cônicos de 5-12 cm dos bulbos recém formados, pendentes com numerosas flores esbranquiçadas, podendo apresentar também nas cores mais rosadas ou mais creme. Muito confundida com a Coelogyne tomentosa.
Como toda Coelogyne necessita de muita água e altura, portando normalmente duas folhas lanceoladas e coriáceas. É uma planta de origem nativa de floresta de clima temperado do Nepal, Norte da Índia / Sul da China, Mianmá, Láos e Tailândia.
Floração:
No Brasil ocorre no final do verão.
As flores abrem simultaneamente e possuem um forte cheiro cítrico, muitas pessoas acham que o cheiro é parecido com o da urina de vaca ou coisa parecida. Se adapta a quaisquer tipos de vasos, desde que respeite as necessidades da espécie.
No Brasil ocorre no final do verão.
As flores abrem simultaneamente e possuem um forte cheiro cítrico, muitas pessoas acham que o cheiro é parecido com o da urina de vaca ou coisa parecida. Se adapta a quaisquer tipos de vasos, desde que respeite as necessidades da espécie.
Cultivo:
Para a maioria das Coelógynes, sugerimos cultivar em vasos ou caixeta de madeira desde que deixe muito espaço livre para a planta crescer por alguns anos.
Não toleram replantes e evite fazer divisão para produção de mudas, sendo que em alguns casos, deixam de florescer por até 2 anos. Somente replante quando achar que a planta está muito amontoada no vaso.
Substrato:
Suportam quaisquer tipos de substratos, mesmos aqueles que já estão ácidos. Use os que conservem bastante umidade, que permitam grande aeração e que proporcione ótima drenagem.
Uma alternativa que pode ser usado é a Fibra de coco misturado com casca de pinus, porem deve ser suplementado com mais fertilizantes (uso racional).
Suportam quaisquer tipos de substratos, mesmos aqueles que já estão ácidos. Use os que conservem bastante umidade, que permitam grande aeração e que proporcione ótima drenagem.
Uma alternativa que pode ser usado é a Fibra de coco misturado com casca de pinus, porem deve ser suplementado com mais fertilizantes (uso racional).
Iluminação:
Durante o inverno fornecer o máximo de sol que a planta pode suportar sem que se queime, principalmente na época de brotação, mas cuidado. Demais época, luz indireta moderada.
Adubação:
Temos o seguinte costume: a planta não cresce e nem floresce, adubo nelas, achando que, como num passe de mágica a planta fique lindona e com bela floração. Nem sempre é assim, devemos analisar se estamos dando as condições mínimas para que ela se desenvolva satisfatoriamente. Evite adubações milagrosas, não existem.
Para esta Coelogyne, pode ser usado o mesmo adubo de uso comum a todas as plantas, aplicações constantes ou periódicas, desde que usado com cautela e sem exageros, principalmente na época de brotação.
Pragas e doenças:
Pragas: Normalmente a planta é tolerante a insetos sugadores, caso apareça, aplique um inseticida caseiro (cuidado no manuseio). Normalmente podem aparecer pintas negras ou machas negras nas folhas, indicando excesso de umidade ou outro tipo de fungos. Neste caso, isole a planta e aplique um fungicida de seu conhecimento
Durante o inverno fornecer o máximo de sol que a planta pode suportar sem que se queime, principalmente na época de brotação, mas cuidado. Demais época, luz indireta moderada.
Adubação:
Temos o seguinte costume: a planta não cresce e nem floresce, adubo nelas, achando que, como num passe de mágica a planta fique lindona e com bela floração. Nem sempre é assim, devemos analisar se estamos dando as condições mínimas para que ela se desenvolva satisfatoriamente. Evite adubações milagrosas, não existem.
Para esta Coelogyne, pode ser usado o mesmo adubo de uso comum a todas as plantas, aplicações constantes ou periódicas, desde que usado com cautela e sem exageros, principalmente na época de brotação.
Pragas e doenças:
Pragas: Normalmente a planta é tolerante a insetos sugadores, caso apareça, aplique um inseticida caseiro (cuidado no manuseio). Normalmente podem aparecer pintas negras ou machas negras nas folhas, indicando excesso de umidade ou outro tipo de fungos. Neste caso, isole a planta e aplique um fungicida de seu conhecimento
Dicas de cultivo:
Para a maioria das Coelógynes, sugerimos cultivar em vasos ou caixeta de madeira desde que deixe muito espaço livre para a planta crescer por alguns anos.
Não toleram replantes e evite fazer divisão para produção de mudas, sendo que em alguns casos, deixam de florescer por até 2 anos. Somente replante quando achar que a planta está muito amontoada no vaso.
Pesquis net
Para a maioria das Coelógynes, sugerimos cultivar em vasos ou caixeta de madeira desde que deixe muito espaço livre para a planta crescer por alguns anos.
Não toleram replantes e evite fazer divisão para produção de mudas, sendo que em alguns casos, deixam de florescer por até 2 anos. Somente replante quando achar que a planta está muito amontoada no vaso.
Pesquis net
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Cientistas descobrem novas espécies de orquideas na floresta de Papua Nova Guiné, Pesquisa divulgada pela BBC BRASIL.COM
Boca aberta
Boca aberta
As descobertas incluem a Cadetia kutubu, que ganhou o nome graças ao Lago Kutubu na região onde foi encontrada.
Estrela solitária
A Papua Nova Guiné é incrivelmente rica em orquídeas. Das cerca de 25 mil espécies conhecidas no mundo todo, 3 mil são nativas do país.
Lago
O Lago Kutubu na região de Kikori, Papua Nova Guiné - onde as novas espécies foram encontradas - é internacionalmente reconhecido por sua importância biológica. A área é o lar de aves-do-paraíso, da ave da Austrália, o casuar gigante e o canguru das árvores.
A Papua Nova Guiné, província indonésia da Papua, e o vizinho Bornéo, são partes da região mais promissora do mundo para a descoberta de novas espécies.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
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