• Amo Orquideas

  • sábado, 19 de fevereiro de 2011

    Miltonia candida

    MINHA ORQUÍDEA
    Miltonia candida é uma espécie de orquídea terrestre pertencente à familia das Orquidáceas. Distribuem-se pelos estados brasileiros do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, de onde crescem nos bosques da parte baixa das regiões de montanha com alto teor de umidade em altitudes que variam entre 500 e 600 metros.

    Descrição

    As plantas florescem de outubro a novembro com inflorescências que possuem normalmente de 4 a 6 flores, estas tem de 6 a 7 cm de diâmetro com as sépalas e pétalas de cor amarela com grandes manchas de cor marrom, o labelo é branco com listras de cor de lavanda em sua base.

    Cultivo

    Crescem em condições intermediárias com luz moderada durante o verão, e alta luminosidade durante o inverno. Durante o período de vegetação, a alta umidade é essencial para o êxito do cultivo. O vaso não precisa ficar completamente seco, porém necessita de drenagem suficiente para evitar o apodrecimento da raiz. É necessário borrifar com frequência, se possível pela manhã, para imitar a névoa matinal de seu habitat natural. As plantas colocadas em vasos deve ter uma drenagem média, por meio de cascas de abeto.

    Nome comum

    • Inglês: Snow-white Miltonia

     Sinônimos

    • Cyrtochilum flavescens (Lindl.) (1838)
    • Miltonia loddigesii Hort. ex Rchb.f. (1856)
    • Oncidium flavescens (Lindl.) Rchb.f. (1863)
    • Cyrtochilum stellatum Lindl. (1838)
    • Miltonia stellata (Lindl.) Lindl. (1839)
    • Oncidium stellatum (Lind.) Beer 1(854)
    •  Pesquisa net Wikipédia

      Pleurothalis prolifera

      MINHA ORQUÍDEA


      Pleurothallis é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). Foi publicado pelo botânico inglês Robert Brown em Hortus Kewensis;...The second edition 5: 211, em 1813, baseando sua descrição na espécie Epidendrum ruscifolium, descrito originalmente por Jacquin, e encontrada no Brasil. Seu nome é uma referência ao tipo de brotação de algumas de suas espécies, que estendendo-se para os lados, formam padrões que parecem costelas.
      O gênero Pleurothallis esteve mal definido desde sua criação. Durante quase 200 anos era este o gênero em que se classificava qualquer espécie pertencente à subtribo Pleurothallidinae, quando por sua morfologia não era possível determinar claramente algum outro gênero. Isto resultou em quase 2.100 espécies submetidas a um gênero completamente caótico. Na última década, a publicação de inúmeros trabalhos com sua filogenia e porteriores alterações na cinscunscrição dos outros gêneros desta subtribo com a submissão de grande número de espécies a eles, deixou Pleurothallis, outrora um gênero enorme, agora com apenas umas poucas dezenas de espécies de morfologia bem delimitada.
      Tratamos então brevemente de Pleurothallis segundo esta definição mais estrita e recente, ou seja do subgênero Pleurothallis, pois este sempre será classificado assim uma vez que inclui a espécie tipo. Este gênero é formado pouco mais de cem espécies.
      As Pleurothallis apresentam ramicaules de secção geralmente redonda parcialmente recobertos por uma baínha na metade de sua altura, e outras na parte inferior, normalmente com rizoma bastante curto e folhas arredondadas ou elípticas. A inflorescência em regra é racemosa emergindo do ápice do caule. As sépalas laterais são inteiramente concrescidas e a dorsal é livre. A coluna é curta e espessa, sem asas ou dentes e a antera sempre exposta e apical.
      Luer divide este gênero em três secções, Abortivae, Truncatae, e Pleurothallis. As duas primeiras são monotípicas e não existem no Brasil, assim por hora tratamos da terceira:

      A coluna da flores destas espécies apresentam prolongamento podiforme, e a inflorescência é racemosa. Esta secção está dividida em cinco subsecções: Perplexae, Macrophyllae-racemosae, Antennifera, Longiracemosae e Pleurothallis. Como no Brasil só há representantes das duas últimas subsecções, por hora tratamos delas.

      Subsecção Pleurothallis

      As espécies desta subsecção distingüem-se através de suas pétalas que são extremamente estreitas e a partir da metade até perto da base vão se tornando espessas, até mesmo teretiformes. As flores desta secção nascem em sucessão em um racemo tão curto que a floração parece ser fasciculada, ou seja, parece que todas as flores brotam lada a lado de um mesmo ponto, São cerca de doze espécies. A Pleurothallis ruscifolia é a única espécie desta secção encontrada no Bras

      Subsecção Longiracemosae
      As espécies desta subsecção distingüem-se através de suas pétalas que são extremamente estreitas e a partir da metade até perto da base vão se tornando espessas, até mesmo teretiformes. Como o nome indica as flores desta série nascem em um racemo longo, são apenas oito espécies. A representante desta seção no Brasil é a Pleurothallis pruinosa.
      Pesquisa net Wikipédia