• Amo Orquideas

  • segunda-feira, 10 de maio de 2010

    DICA SOBRE OS SUBSTRATOS DE ORQUIDEAS

    DICAS DE APROVEITAMENTO DA ÁGUA P REGAS DE ORQUIDEAS



     DICAS
    Cada vez mais água da chuva se perde, escorrendo, à medida que vamos tornando os sítios onde vivemos mais impermeáveis. E afinal poder aproveitar, nem que seja uma pequena parte, é demasiado simples. Deixo-vos um exercício matemático para compreenderem os milhões de litros de água que escorrem para o mar, sem ser aproveitados, e o habitual vídeo com algumas soluções prácticas para o problema.
    O que significa dizer que a previsão de chuva de um determinado mês numa determinada cidade será de cerca de 1200 mm (milímetros)? A quantidade de chuva é medida em relação ao metro quadrado. Assim possivelmente teremos 1200 mm de altura de água num quadrado de um metro quadrado. Quanto dá isso em litros?

    Convertendo a altura para metros temos 1200 mm = 1,2 metros;
    Volume = área da base x altura
    Assim, temos:
    Volume = 1 m2 x 1,2 m
    Volume = 1,2 m3 (metros cúbicos)
    Se 1 metro cúbico = 1000 litros
    Volume = 1,2 x 1000 = 1200 litros

    Isto significa que para cada metro quadrado da cidade, houve uma precipitação total de 1200 litros de água ao longo de todo o mês. E quanta desta água não PAGÁMOS para regar o nosso jardim?!!! Temos que começar a mudar rapidamente a nossa atitude em relação à água, é demasiado preciosa para se desperdiçar assim.

    COMO CONTROLAR A REGA NAS ORQUIDEAS


    As orquideas gostam de lugares, que sempre tem o solo molhado não gostam de excesso de água,...elas gostam é do ar úmido! Por isso que na natureza mesmo elas no meio dos detritos de folhas podres, elas não dão fungos,e as folhas são sempre verdes e não tem ninguém pra colocar um fungicida, como a umidade do ar, é constante ela só vive da pequena absorção de umidade do ar. É mais fácil...você matar as suas orquideas , por excesso de água do que a falta dela.... elas gostam de ser regadas, só quando estão completamente secas, na hora das regas você pode regar muito.... encharcar elas mesmos, só que o período da outra rega é longo, em relação á última rega.  Excessão para as orquideas que ficam em estufa, como a estufa plástica geram muito calor.... a média das regas é de 3 em 3 dias em tempos secos,e em tempos chuvosos uma vez por semana. As estufas que geram calor são com cobertura plástica, se forem estufas só com o sombrite, as regas podem ser semanais ou quando a planta estiver com o seu substrato completamnete seco ... é o relógio biológico da orquidea é o seu substrato,  que avisa quando já é hora de regar.
    Lembrando também...que no inverno, o ar fica mais úmido naturalmente...isso quer dizer que a planta já abasteceu de água á noite, e as regas tem que ser ainda menos intenças no inverno, as regas devem ser mais prolongadas , em relação uma á outra porque no inverno muitas das orquideas ficam em estado de dormência isso quer dizer, que elas processam  menos água, porque elas não estão em completa atividades, algumas até florem, não com tanto vigor, diferente da floração que dão no periodo do "verão",o frio tende á retardar as suas funções generativas.
    A água para as regas deve ser de preferencia de poço, cacimba, cisternas, nascentes de riachos límpidos,água da chuva,no caso de quem mora em cidade  é ideal equilibrar o ph da água da companhia de abastecimento, porque a água da rua contém muito cloro,e para fazer esse equilibrio use algumas gotas de vinagre que em contado com a água clorada, equilibra o ph da mesma,você consegue mais ou menos esse equilibrio usando 4 gotas de vinagre para cada litro de água. Outra maneira de você saber qual a medida adequada do ph é aconselhavel que o cultivador adquira  um kit–pscina que são composto de  4 ampolas juntas uma da outra, você verá no marcador do  indicador, o ph  indicado,recolha amostra da água e faça o teste como indica o manual do kit-pscina. Assim vc conseguira manter a vida saúdavel de suas orquídeas.
     Texto de Ernani Da Silva Ramos

    DICAS SOBRE ORQUIDEAS



    DICAS
    Um tema extremamente complexo, esta apaixonante família de plantas, que só por si, daria um Praça da Alegria inteiro!!! Mas não pode ser... Deixo algumas dicas que não passaram no programa e o resto está no vídeo.
    Os Cymbidium sp. (originários da China) são as orquídeas mais cultivadas no nosso país, até como plantas de exterior. Florescem do final do Outono à Primavera. No final do Verão muitas espécies começam a preparar a próxima época de floração. O abaixamento das temperaturas condiciona este processo, bem como a redução de horas/luz. Convém fortalecer as plantas em Agosto com fertilizante específico para a floração, mais rico em fósforo e potássio. Se mudarmos os vasos para um local mais sombrio e mais frio, podemos acelerar este processo.
    Quase todas precisam de porosidade, boa drenagem, arejamento, mas também retenção de alguma humidade, o que pode ser conseguido com a combinação de diversos materiais, sendo os mais comuns a casca de pinheiro (de diversas granulometrias), fibra de coco, perlite, carvão vegetal, leca e musgo. Existem várias fórmulas que se podem adaptar aos sucessos que cada um vai tendo. Existem também no mercado substratos já preparados.
    Os fertilizantes líquidos, de fácil aplicação (folhas e raízes), são os mais utilizados. Juntam-se à água de rega, seguindo as instruções do fabricante ou uma estabelecendo uma fórmula de aplicação pessoal. Fertilização excessiva pode causar danos nas plantas e o aparecimento de doenças. Devem ser fertilizadas em dias claros e luminosos pois a luz potencia a absorção de nutrientes. Existem fertilizantes para crescimento e outros para floração. Após a floração deve fazer-se uma pausa na aplicação de fertilizantes (período de dormência). Os fertilizantes orgânicos sólidos não são os ideais para as orquídeas. Tornam os substratos compactos, impedindo as raízes de respirar, alteram o pH e facilitam a formação de fungos.
    Os vasos de plástico são mais baratos e os mais utilizados. Muitos são transparentes pois as raízes de algumas espécies gostam de apanhar luz. Os orifícios extras são muito importantes já que muitas espécies preferem situações de boa drenagem. O fato de serem transparentes facilita a verificação das raízes. Por serem muito leves, muitas vezes é complicado manter a planta direita. Os vasos de cerâmica (não-vidrada) tem a vantagem de ser porosos e facilitar a evaporação de água de rega. São mais pesados e mais fáceis de manter na vertical quando alojam plantas maiores. Os cestos, de diversos materiais, são muito utilizados para plantas epífitas, com raízes aéreas. Nestes casos o substrato seca com maior rapidez. A escolha do vaso ideal não é fácil, depende do local, frequência de regas, temperatura, arejamento e substrato.
    Pulgões, afídeos, cochonilhas, caracóis e lesmas são pragas comuns. Manter o local de plantação limpo e ter cuidados adicionais quando adquirimos ou trocámos novas plantas, garantindo sempre uma inspecção rigorosa antes de as colocar junto das outras. Muitas vezes conseguimos remover algumas destas pragas manualmente.

    sábado, 8 de maio de 2010

    Exposição Orquidário Morumby - Bom Dia São Paulo - Maio/2009

    QUADRO VERDE- EXPOSIÇÃO E DICAS E CULTIVO

    JARDIM BOTÂNICO DE SÃO PAULO MATERIA DE 01 E 02 DE MAIO DE 2010

    EXPOSIÇÕA NA LIBERDADE MATERIA 19,20 E 21 DE MARÇO DE 2010

    ORQUIDARIO COMO MONTAR



    As obras não custaram muito, o orquidário, em formato de pequena arquibancada, é feito com restos de material de construção. As sombras naturais das árvores da rua ajudaram a manter as plantas.

    Mata Atlântica CNRBMA - Parte 1 SOS reporterecologico — 17 de julho de 2008 — Dirigido por Paulo Rufino, em 2003, são 26 minutos de um processo muito bonito e que foi várias vezes premiado. Produzido pelo Conselho Nacional da Reserva da Biosfera de Mata Atlântica e parceiros, trata do manejo e certificação de recursos florestais (palmito, erva mate e piaçava) da Mata Atlântica, envolvendo as comunidades tradicionais. Documentário / Paulo Ruffino / RBMA

    Mata Atlântica CNRBMA - Parte 2

    Mata Atlântica CNRBMA - Parte 3

    Cattleya labiata - SOS URUBURETAMA

    quarta-feira, 5 de maio de 2010

    Sophronitis

    Fotos net
    Sophronitis é um gênero de orquídeas epífiticas ou litofíticas que ocorre em florestas úmidas ou matas secas do Brasil oriental, Paraguai e nordeste da Argentina. Geralmente reconhecidas por suas flores vermelhas, particularmente a Sophronitis coccinea, têm sido utilizadas extensivamente para hibridação, para fornecer pequeno tamanho ou coloração vermelha à progênie, no entanto não existem registros de híbridos naturais dessas espécies.
    Por serem plantas amplamente conhecidas e cultivadas sua classificação tem despertado acalorados debates desde o ano 2000, quando novas propostas de classificação deste gênero foram apresentadas. Como ainda não há consenso sobre qualquer das propostas, por hora tratamos Sophronitis conforme sua classificação tradicional. Quase todos ainda se referem a estas plantas pelo nome antigo e só o futuro dirá qual a classificação que será adotada. As novas propostas de classificação encontram-se detalhadas no artigo que trata das Cattleya.
    O gênero Sophronitis foi proposto por John Lindley em Botanical Register; 14: sub t. 1147, em 1828, quando descreveu sua espécie tipo, a Sophronitis cernua, coletada pela primeira vez por William Harrison, em árvores no Bairro do Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro. O nome do gênero refere-se ao pequeno porte das plantas...

    Dendrobium fimbriatum

     Fotos net
    DENDROBIUM FIMBRIATUM (foto da net)
    Dendrobium (em português: Dendróbio) um importante gênero de orquídeas do sudeste asiático formado por grande número de espécies vistosas, geralmente de fácil cultivo. Sejam suas espécies naturais ou híbridos produzidos pelo homem, estão entre as orquídeas mais difundidas e comuns em cultura.

     Etimologia

    O nome deste gênero (Den.) deriva da união de duas palavras gregas: δένδρον (dendron), que significa "árvore", e βιος (bios), que significa "vida"; referindo-se à maneira como vivem as espécies deste gênero, ou seja a sua natureza epífita.
    Nome comum:
    • Orquídea olhos de boneca

     Habitat

    A maioria das espécies cultivadas é oriunda da Índia, Sudeste Asiático, Austrália e Nova Guiné. Encontram-se espalhadas, naturalmente, desde a Índia até a Nova Zelândia.

     

     Descrição

    A maioria das espécies produz altos pseudobulbos roliços que lembram a cana-de-açúcar, com folhas por toda sua extensão, e florescem em cores variadas. As flores agrupam-se em talos curtos ao longo dos pseudobulbos por toda a primavera até o verão, dependendo da região geográfica onde se encontrar. Há mais de mil espécies de Dendrobia, todas epífitas (razão de seu nome) embora, ocasionalmente, possam ser encontradas sobre rochas ou no solo.
    As flores têm largas pétalas e sépalas, com o labelo geralmente apresentando um tom diferente, geralmente mais escuro, o que dá origem ao nome popular de "olhos de boneca".

    Dendrobium fimbriatum
     
    Taxonomia

    Até o final do século passado o gênero Dendrobium foi tratado como um gênero ao qual muitas espécies de difícil classificação entre os gêneros próximos eram subordinadas. Por este motivo chegou a conter mais de mil e cem espécies...

    terça-feira, 4 de maio de 2010

    PROGRAMAÇÃO DE EXPOSIÇÃO DE ORQUIDEAS

    Maio 2010

    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Alta Floresta – Alta Floresta – MT
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Araras – Araras – SP
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Guará – Guará – SP
    • 07 a 09 – Exposição Regional de Orquídeas de São Paulo das Missões – São Paulo das Missões – RS
    • 07 a 09 – Exposição Regional de Orquídeas de Santa Maria – Santa Maria – RS
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas de Camaquã – Camaquã – RS
    • 07 a 09 – Exposição de Orquídeas em Ilha Bela – São Paulo – SP
    • 09 – Mostra de Orquídeas de Novo Hamburgo – Novo Hamburgo – RS
    • 14 a 16 – Exposição de Orquídeas de Montes Altos – Montes Altos – SP
    • 14 a 16 – Exposição de Orquídeas de Itaúna – Itaúna – MG
    • 15 e 16 – Exposição de Orquídeas de São Sebastião do Caí – São Sebastião do Caí – RS
    • 14 a 16 – Exposição de Orquideas de Piracanjuba – Piracanjuba – GO
    • 21 a 23 – Exposição de Orquídeas de Uberaba – Uberaba – MG
    • 21 a 23 – Exposição de Orquídeas de Santa Rita do Passa Quatro – Santa Rita do Passa Quatro – SP
    • 28 a 30 – Exposição de Orquídeas de Lins – Lins – SP

    Cattleya Portia

    CATTLEYA PORTIA Foto net
    • reino = Plantae
    • divisão = Magnoliophyta
    • classe = Liliopsida
    • ordem = Asparagales
    • família = Orchidaceae
    • subfamília = Epidendroideae
    • tribo = Epidendreae
    • genero = Cattleya
    • espécie = Portia
    • binomial = Cattleya Portia var. Coerulea

    A Cattleya Portia Lindl. é um híbrido muito antigo entre Cattleya bowringiana originária de Belize e da Guatemala e Cattleya labiata originária dos estados do nordeste brasileiro - Alagoas, Ceará, Paraíba e Pernambuco. Este hibrido foi registrado em 1897 por Veitch.


    Habitat


    Planta de fácil cultivo porque vem do cruzamento de duas espécies que não exigem muita experiência, necessita de clima temperado ou um pouco mais quente e de boa luminosidade, o ambiente deve ser bem ventilado e gosta de rega abundante durante a primavera e o verão. Se cultivada em condições ideais (perfeito equilíbrio de luz, umidade, temperatura, rega e adubação), rapidamente torna-se uma planta de crescimento vigoroso.


    Descrição

    A Cattleya Portia é uma epífita com longos pseudobulbos eretos coroados por uma ou duas folhas ovais, coreaceas. A haste floral pode apresentar até 10 flores com 10 cm. de diâmetro. Todos os segmentos florais são rosa-azulados, o labelo é da mesma cor e púrpura-azulado no ápice. A forma dos segmentos e principalmente do labelo varia. Florece no outono.


    Floração
    ______________________________________________
    Floresce no outono se bem cultiva suas hastes podem dar até 10 flores

    quarta-feira, 28 de abril de 2010

    DICA DE COMO DEIXAR AS ORQUIDEAS EM APARTAMENTO

    Cultivo em Apartamento
    Para cultivar orquídea em apartamento, escolha uma ou mais janelas que receba bastante sol durante o dia, e proteje-a com sombrite (Uma pequena tela escura, com malhas 50×50), para que a luz solar passe pulverizada.
    Quanto a rega e adubação,o mesmo princípio para todas.

    PODAS E CORTES

    Em orquídeas são aplicados apenas para retirada de folhas mortas, secas ou com doenças, podas de hastes florais já secas, divisão da planta ou ainda para retirada de novos brotos (os chamados keikis).
    A ferramenta de poda deve ser preferencialmente uma tesoura bem afiada de jardinagem pequena, sempre esterilizada com fogo a cada novo corte que der numa região da planta.
    Para dividir uma planta, cada parte deverá ficar com, no mínimo, três bulbos, tendo-se o cuidado de não machucar as raízes vivas, que devem apresentar pontas verdes, no verão ou inverno para que o corte possa ser feito em condições ideais.
    Podas
    Você pode estimular novas e mais abundantes florações podando a haste floral assim que perde o valor ornamental. Orquídeas monopodiais, como as vandas, têm crescimento vertical e podem atingir metros de altura. Nesse caso, pode-se fazer uma divisão, cortando o caule abaixo de 2 ou mais raízes e fazer um novo replante.
    Se a base ficar com alguns pares de folhas, emitirá novos brotos e seguirá seu crescimento normal.
    Os eventuais pseudo-bulbos antigos, mesmo sem folhas deve ser preservados, pois ainda armazenam nutrientes necessários para o desenvolvimento da planta.
    Para saber como estimular a produção de mudas e flores, leia o artigo "Otenção de mudas de orquídeas Phalaenopsis na haste floral por indução com pó de canela".
    Texto da net

    terça-feira, 27 de abril de 2010

    PRAGAS E DOENÇAS

     Atacam as orquídeas por muitos motivos e hoje existem diversas formas de controle e combate de pragas e doenças, naturais ou industrializadas.
    O controle adequado de luz, umidade e adubação correta do substrato favorecem o não aparecimento de doenças e pragas. A disposição dos vasos com distância mínima de 20 cm também é aconselhado, para que parasitas não migrem de uma planta para outra.
    A esterilização de tesouras e o próprio manuseio de plantas doentes deve ser feito com atenção, para que não se passe doenças para plantas sadias logo depois. Mudas, que são mais sensíveis às doenças, devem ficar separadas de plantas adultas.
    Em geral, muita umidade pode trazer problemas crônicos para as raízes, causando seu apodrecimento. O acúmulo de água é também causa da perda e amarelamento das folhas, deixando-as com uma coloração verde-garrafa. É também excesso de umidade que atrai fungos que podem matar uma planta adulta num curto espaço de tempo. Pragas também são comuns em orquídeas, como os pulgões. Uma planta sob ataque de um pulgão comum, da família dos afídeos (Aphidae), que adora sugar seiva de hastes novas (hastes de Oncidium são um alvo comum), e de botões florais, o que pode acabar com uma bela floração em poucos dias.
    doenças de orquídeas
    Além de danificar as flores, os pulgões podem transmitir certos tipos de vírus, notadamente o OFV (Orchid Fleck Virus). Outras pragas como Lesmas, caracóis, nematóides e conchonilas variadas, que comem as raízes ou atacam as folhas e flores.
    No caso de lesmas e caracóis, recomenda-se a retirada manual através de armadilhas de miolo de pão embebido em cerveja ou mesmo cortes pequenos de chuchu. Para retirada completa dos ovos (que medem de 1 a 3 mm) e o restante dos caracóis, deve-se afundar o vaso da planta por uma ou duas horas em água e repetir este processo nas próximas duas ou três semanas seguintes.
    Ao comprar uma planta, procure sempre conhecer sua procedência, para não levar para casa uma espécie contaminada por vírus, nematóides, caracóis e fungos, por exemplo.
    Se o problema dos pulgões e conchonilhas persistir, tente o uso do fumo de rolo. Ferva 100g de fumo de rolo picado em 1,5 litro de água. Acrescente uma colher de chá de sabão de coco em pó. Espere esfriar e borrife sobre as plantas infectadas. É importante ferver o fumo, pois pode ser portador de vírus.



    DICA

    Calda de Fumo de Corda com Sabão
    Ferva 100mgrs de fumo de corda em 2 litros de água por 5 minutos,deixe esfriar coe,misture 2 colheres de sopa de coco em pó. Acrescente mais 2 litros de água,misture bem e aplique nas folhas das plantas infectadas. Previne contra percevejos,besouros,pulgões,conchonilhas etc...
    Fotos net

    DICAS PARA PULGÕES E OUTROS INSETOS

    TINTURA DE FUMO
    Base para calda de fumo(10cm de fumo de corda picado). Coloque os pedaços em um vidro escuro,acrescente 1 litro de alcool,tampe bem e deixe descansar por 7 dias em local com pouca luz. Coe em um pano ou filtro de papel e guarde em frascos escuros bem fechados,longe de luz er em local fresco. Dilua 1 litro de tintura em 10 litros de água e pulverize as plantas.É um preventivo contra insetos sugadores e mastigadores(pulgões).

    CULTIVO DE CATTLEYAS

    Cattleya é um gênero de orquídeas com cerca de setenta espécies. A Cattleya é muito presente em todo o território brasileiro, com espécies em todo o Sudeste, especialmente na Mata Atlântica e no Cerrado. Muito cultivada por seu tamanho e beleza (A Cattleya warneri, por exemplo, pode alcançar 25 cm de diâmetro), está disseminada em todo o país em lojas e floriculturas.
    É muito fácil de ser cultivada, prefere ficar sobre ripados de madeira, na chamado meia-sombra, mas podem ser cultivadas em apartamentos e interiores.
    In Natura, vive em lugares arejados e úmidos e temperaturas relativamente altas, em árvores de pouca sombra (luminosidade em torno de 60% para a maioria das espécies). O arejamento é um fator primordial para se conseguir belas flores.


    Podem ser facilmente divididas quando emitem novas raízes para fora do vaso, e o melhor momento para dividi-las é logo após a floração quando o novo crescimento estiver apenas iniciando.
    Lembre-se sempre de esterilizar a tesoura antes da poda.
    Devido a sua capacidade para hibridação, só na natureza suas espécies se intercruzaram mais de 38 vezes (híbridos interespecíficos, ou seja, entre espécies do mesmo gênero) e com espécies de outros gêneros 31 vezes (híbridos intergenéricos). Com Laelia, cruzou 21 vezes. Com a Brassavola, 7 e com Schomburgkia, 3 vezes. Logo, existem mais híbridos naturais do que espécies.
    Em função de seu sistema vegetativo, o gênero Cattleya é dividido em duas categorias: Plantas monofoliadas (unifoliadas ou labiatas) ou seja, possuem apenas uma única folha): Cattleya labiata, mossiae, percivaliana, trianae, warscewiczii, entre outras. Plantas bifoliadas as que apresentam duas e, às vezes, até três folhas: Cattleya ackandliae, amethystoglossa, bicolor, forbesii, granulosa, guttata, intermedia, leopoldi, schilleriana, skinneri, velutina, entre outras.
    Cattleya
    Cattleya harrisone
    Cattleya intermedia
    Cattleya schilleriana
    Geralmente, as espécies monofoliadas carregam menos flores do que as bifoliadas, estas, no entanto, são bem maiores e possuem um labelo que se destaca por sua beleza, colorido e tamanho. Em geral, não mais do que 4 flores com duração de duas a três semanas e apresentam uma haste caulinar expandida (pseudobulbo) no qual armazenam água para o período de dormência (ou repouso).
    As flores da Cattleya araguaensis e Cattleya luteola embora sejam monofoliadas, são bem menores sendo que esta última está entre as menores espécies do gênero (tanto a planta quanto suas flores).
    As espécies bifoliadas têm uma haste caulinar mais fina (também chamada indevidamente de pseudobulbo) e seu comprimento pode ser de alguns centímetros ou alcançar 60cm, 1m e até mesmo 1.50m de altura. Cattleya amethystoglossa, bicolor, granulosa, guttata, leopoldii, schofieldiana e porphyroglossa estão entre as maiores plantas do gênero.

    Fotos da net

    quarta-feira, 21 de abril de 2010

    Arundina graminifolia


    foto por Mac! G.L.fotografe  MINHA ORQUÍDEA


      Como cultivar a orquídea terrestre : Arundina graminifolia

    Nome Técnico: Arundina graminifolia (D. Don) Hochr.
    Syn.: Arundina bambuseifolia (Roxb.) Lindl.

    Nomes Populares :
    orquídea bambu ou orquidea de jardim
    Família :
     Família Orchidaceae
    Origem:
     Originária da Sri lanka, Malásia
      Ásia Tropical, Burma, atual União Mianmar ou antiga Birmânia, país do sudeste asiático
    Ciclo de Vida: Perene
    Descrição:
     A Arundina é a única espécie deste gênero e de origem asiática com clima tropical.
    Planta herbácea perene de caule parecido com junco, formando grandes touceira de altura que pode chegar até 2,0m.
    Suas folhas são estreitas e finas com até 19 cm de comprimento e com ponta aguçada.
    As flores são isoladas, cor-de-rosa com o labelo em cor-de-rosa forte ou púrpura e sépalas rosadas que envolvem o caule.
    Também são encontradas a Arundina graminifolia alba, de flores brancas.
    Floresce da primavera ao início de outono e pode ser cultivada em todo o país.
     
    Modo de Cultivo :
    Local ensolarado, solo rico em material orgânico e bem drenado.
    Plantar em cova com muito composto orgânico e adubo animal mas com cascas de pinus ou de coco para garantir boa drenagem.
    Dicas de cultivo

    Pode ser cultivada à meia-sombra ou a sol pleno, mas sempre em solo rico em matéria orgânica. Quando plantada em vaso, a mistura recomendada é:
    1 parte de terra comum de jardim,
    1 parte de terra vegetal e
    2 partes de composto orgânico
    As regas devem ser regulares, sem encharcamento, e sempre que o substrato secar na superfície.
    C ultivada em condições adequadas, floresce o ano inteiro, mas seu período de florescimento vai da primavera ao início do outono.
    Sua floração é mais intensa em regiões de clima tropical e equatorial. Não tolera geadas.
    Para fazer novas mudas da arundina, pode-se usar o processo da divisão das touceiras, mantendo de 2 a 3 ramos em cada nova muda.
    Paisagismo:
    Forma touceiras e seu uso junto a muros ou paredes ensolaradas causa belo efeito, bem como em canteiros isolados

    Cattleya

    Cattleya
    foto por Mac! G.L.fotografe  MINHA ORQUÍDEA